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A EXPO Estude no Exterior
acontecerá em sua cidade nas seguintes datas:

BRASÍLIA 9 de setembro (quinta-feira) – Das 16 às 21hs

SÃO PAULO 11 & 12 de setembro (sábado e domingo) – Das 14 às 19hs

BELO HORIZONTE 14 de setembro (terça-feira) – Das 16 às 21hs

PORTO ALEGRE 16 de setembro (quinta-feira) – Das 16 às 21hs

CURITIBA 19 de setembro (domingo) – Das 14 às 19hs

FLORIANOPOLIS 20 de setembro (segunda-feira) – Das 16 às 21hs

RIO DE JANEIRO – 22 & 23 de setembro (quarta-feira e quinta-feira) Das 16 às 21hs

A EXPO Estude No Exterior é uma feira de intercâmbio cultural, onde você poderá conhecer diferentes opções de cursos e ter contato direto com os diretores de instituições de ensino da America do Norte e Sul, Europa, África e Oceania, e tirar todas as suas dúvidas sobre como estudar em outro país.

Cada expositor tem seu próprio espaço, onde você poderá sentar para conversar, pegar material promocional, ver fotos da escola e das acomodações, consultar testemunhos de ex-alunos e todas as informações que você desejar.

Dentro da feira, teremos vários tipos de cursos para você escolher, dentre eles cursos de línguas, ensino médio, graduação, pós-graduação, especialização, MBA, estágios e trabalhos remunerados no Exterior.

Na EXPO, você encontrará instituições dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Espanha, Inglaterra, Irlanda, Suíça, Itália, África do Sul, e outros destinos diferentes.

A entrada é GRATUITA.

Durante a feira, você encontrará preços promocionais e exclusivos para os estudantes brasileiros.

 

Suiça

Tradição em hotelaria é o que leva a maioria dos estudantes brasileiros até a Suíça. Instituições como Belvoirpark Hotelfachschule, em Zurique, Glion Hotel School, em Montreaux, Domino Carlton Tivoli, em Lucerna, e as Ecole hôtelière, em Genebra e Lausanne, são apenas exemplos do que há de atrativo nesse tradicional centro educacional europeu.

O país também é considerado uma excelente rota para estudantes de economia e ciências tecnológicas. Além de abrigar dois importantes institutos federais de tecnologia – em Lausanne e Zurique -, a Suíça dedica, em média, 2% do seu PIB (Produto Interno Bruto) às atividades de pesquisa. Os institutos concentram suas atividades em áreas de alta tecnologia, tornando-se líderes internacionais em pesquisa científica básica, aplicada e interdisciplinar. Não é à toa que o país coleciona inúmeros prêmios Nobel.

Atualmente, a Suíça tem, pelo menos, dez cidades universitárias espalhadas por seu pequeno território, entre elas Basel, Bern, Fribourg, Genebra, Lausanne, Lucerna, Neuchâtel, St. Gallen, Zurique e Ticino. O sistema de ensino do país é, em sua maioria, público, mas dispõe de instituições privadas de nível internacional.

Em seus 41.290 km² – menor que o Estado do Rio de Janeiro -, falam-se quatro línguas oficiais (alemão, francês, italiano e romache), por conta da influência dos países fronteiriços. Por isso, antes de fazer a matrícula, é preciso saber em que idioma o curso será ministrado.

Brasileiros que pretendem estudar na Suíça devem apresentar um plano de estudo pessoal, contendo os objetivos finais da experiência – seja a conclusão de estudo em nível de ensino médio, graduação, mestrado ou doutorado.

A instituição de ensino será responsável pela avaliação do plano de estudo e pela aprovação do aluno no programa, mas, antes de entrar na Suíça, o estudante precisa provar que tem recursos financeiros suficientes para se manter no país.

Perfil suíço

A economia da Suíça é estável, mas apresenta problemas de demanda interna devido o pequeno número de habitantes -pouco mais de sete milhões. O país não aderiu ao mercado comum europeu, mantendo a tradição de neutralidade que o deixou fora das duas grandes guerras mundiais.

Há grande diversidade cultural em curtas distâncias. Cidades mais jovens e animadas, como Zurique, e mais nervosas, como Genebra. De um modo geral, o suíço é cordial, elegante e reservado. Nos restaurantes, dificilmente consegue-se ouvir a voz dos ocupantes da mesa ao lado e, geralmente, as pessoas estão bem vestidas e arrumadas.

Sua capital é Berna, mas Genebra – terceira maior cidade, com cerca de 180 mil habitantes – é a mais importante do país e uma das mais conhecidas do mundo. É sede da Cruz Vermelha e de várias agências da ONU (Organização das Nações Unidas), o que faz com que quase 50% de sua população seja formada por estrangeiros residentes no país.

 

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