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Anzac Day – 25 de Abril

terça-feira, 26 de abril de 2011 - 18:04
postado por Younger Intercâmbio

 

 

They shall grow not old, as we that are left grow old;

Age shall not weary them, nor the years condemn.

At the going down of the sun and in the morning

We will remember them.

 

What is ANZAC Day?

ANZAC Day – 25 April – is probably Australia’s most important national occasion. It marks the anniversary of the first major military action fought by Australian and New Zealand forces during the First World War.

What does ANZAC stand for?

ANZAC stands for Australian and New Zealand Army Corps. The soldiers in those forces quickly became known as ANZACs, and the pride they took in that name endures to this day.

Why is this day special to Australians?

When war broke out in 1914, Australia had been a federal commonwealth for only 13 years. The new national government was eager to establish its reputation among the nations of the world. In 1915 Australian and New Zealand soldiers formed part of the allied expedition that set out to capture the Gallipoli peninsula in order to open the Dardanelles to the allied navies. The ultimate objective was to capture Constantinople (now Istanbul in Turkey), the capital of the Ottoman Empire, an ally of Germany.

The Australian and New Zealand forces landed on Gallipoli on 25 April, meeting fierce resistance from the Ottoman Turkish defenders. What had been planned as a bold stroke to knock Turkey out of the war quickly became a stalemate, and the campaign dragged on for eight months. At the end of 1915 the allied forces were evacuated, after both sides had suffered heavy casualties and endured great hardships. Over 8,000 Australian soldiers had been killed. News of the landing on Gallipoli had made a profound impact on Australians at home, and 25 April soon became the day on which Australians remembered the sacrifice of those who had died in the war.

Although the Gallipoli campaign failed in its military objectives, the Australian and New Zealand actions during the campaign left us all a powerful legacy. The creation of what became known as the “ANZAC legend” became an important part of the identity of both nations, shaping the ways they viewed both their past and their future.

Early commemorations

The 25th of April was officially named ANZAC Day in 1916. It was marked by a wide variety of ceremonies and services in Australia, a march through London, and a sports day in the Australian camp in Egypt. In London over 2,000 Australian and New Zealand troops marched through the streets. A London newspaper headline dubbed them “the knights of Gallipoli”. Marches were held all over Australia; in the Sydney march, convoys of cars carried wounded soldiers from Gallipoli attended by nurses. For the remaining years of the war, ANZAC Day was used as an occasion for patriotic rallies and recruiting campaigns, and parades of serving members of the AIF were held in most cities.

During the 1920s ANZAC Day became established as a national day of commemoration for the 60,000 Australians who had died during the war. In 1927, for the first time every state observed some form of public holiday on ANZAC Day. By the mid-1930s, all the rituals we now associate with the day – dawn vigils, marches, memorial services, reunions, two-up games – were firmly established as part of ANZAC Day culture.

With the coming of the Second World War, ANZAC Day also served to commemorate the lives of Australians who died in that war. In subsequent years the meaning of the day has been further broadened to include Australians killed in all the military operations in which Australia has been involved.

ANZAC Day was first commemorated at the Memorial in 1942. There were government orders prohibiting large public gatherings in case of a Japanese air attack, so it was a small occasion, with neither a march nor a memorial service. Since then, ANZAC Day has been commemorated at the Memorial every year.

What does it mean today?

Australians recognise 25 April as an occasion of national remembrance, which takes two forms. Commemorative services are held at dawn – the time of the original landing – across the nation. Later in the day, ex-servicemen and women meet to take part in marches through the major cities and in many smaller centres. Commemorative ceremonies are more formal and are held at war memorials around the country. In these ways, ANZAC Day is a time when Australians reflect on the many different meanings of war.

Fonte: http://www.awm.gov.au/commemoration/anzac/anzac-tradition/

Maya Gabeira

segunda-feira, 25 de abril de 2011 - 14:04
postado por Younger Intercâmbio

Maya Gabeira poderia ter sido política ou jornalista, para citar duas carreiras em que o pai Fernando Gabeira se destacou, mas decidiu ir pelo caminho mais difícil e, principalmente, mais perigoso. Esta loira carioca nunca deu muita bola para a polícia, gostava mesmo era de praia e aos 17 anos quis se tornar surfista de ondas gigantes.

E este “gigantes” não é uma figura de linguagem. A carioca de 25 anos pega ondas que muitas vezes alcançam os dez metros de altura e colocam medo em muito marmanjo. Mas engana-se quem pensa que a nossa musa é uma mulher destemida. “É claro que eu tenho medo, senão não fazia isso. Você precisa ter medo porque é ele que te faz tomar cuidado, se proteger. Sem medo não tem adrenalina”.

 

E neste meio perigoso, esta musa se tornou uma das melhores, tornando-se quatro vezes vencedora do prêmio Billabong XXL Global Big Wave Awards, uma espécie de “Oscar das ondas gigantes”. Em breve, serão anunciados os vencedores da edição 2011 e a musa carioca, claro, foi novamente indicada.

De política mesmo, fala pouco, “mais escuto do que falo”, repete nas entrevistas. Maya, porém, respeita bastante a opinião do pai, ex-deputado federal. Morando na Califórnia, a relação entre os dois é distante, especialmente por conta da proibição de Gabeira em entrar nos EUA por conta do seqüestro do embaixador americano Charles Elbrick, ainda em 1969.

O surf na vida da loira começou na adolescência no Rio de Janeiro, quando aos 15 anos de idade já competia em torneios amadores. Porém, foi apenas aos 17 anos, quando foi morar na Austrália, que ela conheceu o surf de ondas grandes e resolveu se dedicar ao esporte.

 

Maya é uma das poucas mulheres neste ambiente bastante masculinizado das ondas gigantes. A modalidade exige força e resistência, além de coragem, muita coragem, o que acaba afastando as mulheres das competições.

Tomar um caldo de uma onda gigante é como ser atropelada
por um caminhão ou ser nocauteada. O impacto é muito
grande e você leva várias porradas dentro da onda

Loira, bonita, carismática e com um corpo compatível com o esforço que realiza no mar, a surfista rechaça o rótulo de musa. Suas roupas são despojadas, o boné é uma constante nas entrevistas e posar nua, jamais. “Gosto de me sentir bonita e bem, mas acho que isso vem mais de dentro do que de fora”, disse ao UOL Esporte, em 2010.

Os namorados são outro aspecto bastante restrito da vida de Maya. Talvez por morar na Califórnia, talvez por evitar exposição da sua vida pessoal, a gata raramente é vista em eventos sociais e, pelo que se sabe, meninos, ela não tem namorado.

 

Queenstown, Nova Zelândia. Destino para Aventureiros

quarta-feira, 13 de abril de 2011 - 20:04
postado por Younger Intercâmbio

Uma cidade chamada Queenstown

 

 

Queenstown é uma cidade que se localiza na ilha sul da Nova Zelândia, é a cidade mais movimentada pelo turismo no país. E uma cidade com cerca de dez mil habitantes, e também a maior concentração de brasileiros na Nova Zelândia

Queenstown (cidade da rainha) é uma cidade localizada na parte inferior da ilha sul, e uma cidade rodeada pelas montanhas e muito famosa pelos esportes radicais tal como o bungee jump chamdo de Neves que e o Segundo maior do mundo perdendo somente para um bungee jump que se encontra na Africa do Sul.

A cidade de queenstown também e composta pelas melhores montanhas de snowboard do País milhares de turista enfrenta um inverno de ate 14 graus negativos para desfrutar da geladas montanhas cobertas de neve.

 

Tendo o turismo como maior fonte de renda a cidade em Queenstown e o lugar certo pra quem não gosta de trabalhar com fazendas de futuras que também e o maior arrecadamento fiscal do país, em Queenstown exite milhares de hotéis, motel e restaurantes que se gera uma grande oportunidade de emprego, e uma ótima oportunidade para se conseguir um workpermit(visto de trabalho) no inverno a carga horário se pode chegar entre 50 a 80 horas semanais com uma fonte de renda entre 12 a 16 Nz dólares a hora.

As oportunidades de trabalho em Queenstown pode se gerar desde uma da labour (obras) garçons , housekeeper(camareiro) checkout (caixa de supermercado) e todo o tipo de atendimento que seja composto de um bom inglês.

Em Queenstown e uma cidade com tantos brasileiros certa de 3000 que e possível se chegar desde de um Macdonalds ate um Subway e fazer o seu pedido em português, Queenstown com o alto número de turista também e conhecida como a cidade das baladas é possível sair todas as noites pois ao contrário da maioria da Nova Zelândia se abre todos os dias , outra diferença que se encontra que Queenstown além de não ser uma cidade litorânea é composta do Queenstown Lake (Lago de Queenstown) e que é autorizado a tomar bebida alcoólica nas margens do lago e nas áreas gramadas aos arredores da cidade, ao resto de toda cidade como centro e ruas e avenidas e extremante proibido beber, o que o mesmo no caso de não comprimento pode gerar uma multa de 140 dólares, o mesmo serve para os motorista que serem encontrados dirigindo alcoolizados, que se gera ate prisão !

Queenstown com certeza e uma cidade de se encher os olhos pois pra onde se olha é montanha que se vê , o que tem mais brilho no inverno onde estão todas cobertas de neve.

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Qualquer tipo de informações sobre como turismo como conseguir emprego e visto em Queenstown e possível se encontrar no site www.queenstown.co.nz e também no site da imigração da Nova Zelândia na cidade para se conseguir um bom emprego o maior requisito requerido é o inglês e a coragem de enfrentar uma alta jornada de trabalho. A temporada de inverno em Queenstown ocorre entre os meses de junho à setembro.

A quem ainda não veio e pretende visitar ou até mesmo trabalhar em Queenstow com certeza não irá se arrepender da paisagem que rodeia a cidade, sejam bem vindos e curtam pois a Cidade e da rainha, mas quem reina de verdade são os seu servos.

Todos os públicos

quarta-feira, 13 de abril de 2011 - 19:04
postado por Younger Intercâmbio

No Brasil existe a Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes, cujo site inteligente oferece muitas informações interessantes, links e matérias sobre destinos turísticos no mundo todo. Existem também diversas agências voltadas para esse público.
As Gay Pride Parades estão acontecendo em praticamente o mundo todo, muitas apoiadas por orgãos oficiais de turismo. Somente a Pride Gay de Jerusalém foi abolida (ao menos por ora) em razão da oposição de certos grupos religiosos evangélicos e muçulmanos e de algumas organizações direitistas judaicas. Devem ser as tais afinidades fundamentalistas…
Por razões culturais ou religiosas, em alguns países (América Latina, Norte da África, centro-oeste dos Estados Unidos, países muçulmanos etc.), é aconselhável que viajantes homossexuais assumam uma postura discreta (não andar de mãos dadas em público, não solicitar cama de casal na recepção do hotel etc.). Veja entrevista de André na Folhaonline
Veja os principais destinos gays do mundo
Paradas do orgulho GLS
São festas de rua, coloridas e muito divertidas em que não apenas os gays, lésbicas, bissexuais e transexuais participam, mas também o público hetero mais cabeça aberta: grandes eventos que acontecem em diversos países do mundo.
Fevereiro: Sydney (Austrália)
Março: Bangkok (Tailândia)
Maio: São Paulo (Brasil) | Bruxelas (Bélgica)
Junho: Paris (França) | Londres (Grã-Bretanha) | Roma (Itália) | São Francisco, Nova York e Washington (EUA) | Montreal (Canadá) | Toronto (Canadá) | Ciudad de México (México)
Julho: Munique e Frankfurt (Alemanha) | Lisboa (Portugal)
Agosto: Amsterdã (Holanda)
Novembro: Salvador (Brasil) | Buenos Aires (Argentina)

Toronto Multicultural

quarta-feira, 13 de abril de 2011 - 19:04
postado por Younger Intercâmbio

Demografia

Toronto é uma cidade multicultural, com etnias das mais diversas parte do mundo. A College Street é o centro da Little Italy, um bairro italiano da cidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

O cruzamento da Wellesley Street e da Church Street, ou simplesmente Church and Wellesley, onde está situada a vila gay da cidade. Este cruzamento sedia anualmente uma das maiores paradas gays do mundo, que atraem cerca de 800 mil pessoas por evento.
O cruzamento da Wellesley Street e da Church Street, ou simplesmente Church and Wellesley, onde está situada a vila gay da cidade. Este cruzamento sedia anualmente uma das maiores paradas gays do mundo, que atraem cerca de 800 mil pessoas por evento.

Vista de vários ônibus de uma agência de turismo voltada especialmente para canadenses de ascendência chinesa, esperando pelo embarque dos turistas, em um shopping center da cidade.
Vista de vários ônibus de uma agência de turismo voltada especialmente para canadenses de ascendência chinesa, esperando pelo embarque dos turistas, em um shopping center da cidade.

Toronto era a segunda maior cidade do país até 1998, com 625 mil habitantes e aproximadamente 150 km², quando a fusão de Toronto com as outras cinco cidades que compunham a Municipalidade da Região Metropolitana de Toronto fez com que Toronto passasse a ter 2,3 milhões de habitantes e 641 km², assim, ultrapassando Montreal e seu um milhão de habitantes. Porém, contando-se os atuais limites municipais de ambas as cidades – Montreal e outras 27 cidades fundiram-se em 2001 – Toronto de fato ultrapassou a população de Montreal na década de 1970. A população da região metropolitana de Toronto ultrapassou a população da região metropolitana de Montreal já na década de 1960. A atual densidade populacional de Toronto é de 3 939,4 habitantes por quilômetro quadrado. Atualmente, Toronto é a quinta maior cidade da América do Norte, atrás apenas da Cidade do México, Nova Iorque, Los Angeles e Chicago.

Raças e etnias

Desde a década de 1850, Toronto tem sido um dos principais polos de entrada de imigrantes do mundo. Os anos após as grandes guerras mundiais atraíram grande número de imigrantes. Ingleses e escoceses vieram em grande número nos anos que se seguiram a essas guerras. Poloneses, neerlandeses e gregos vieram em grande número nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. A imigração italiana e portuguesa tornou-se muito forte entre a década de 1950 e a década de 1970. Desde então, a maioria dos imigrantes instalando-se em Toronto são asiáticos em geral, especialmente chineses.

Toronto é considerada por muitos como a cidade mais multicultural do mundo, sendo que aproximadamente 45% da população da cidade nasceu fora do país (a segunda maior percentagem, atrás somente de Miami, onde, no entanto, a grande maioria dos imigrantes é de hispânicos). 42,8% (1 405 680 habitantes) da população de Toronto afirmaram fazer parte de uma minoria visível (afro-canadenses, árabes, asiáticos e hispânicos) no censo nacional de 2001, um crescimento de 33,7% sobre o censo de 1996, onde 43% (1 051 125) da população da cidade disseram fazer parte de uma minoria visível. 49% da população de Toronto nasceu fora do Canadá, um crescimento de 1% sobre os dados de 1996. Novos imigrantes em Toronto desde 1991 numeram 516 635, representando 21% da população. Um de cada cinco habitantes da cidade são imigrantes recentes, tendo instalado-se na cidade entre 1991 e 2001.

57,2% da população da cidade possui ascendência européia. Os principais grupos étnicos europeus na cidade são os ingleses (~500 mil habitantes), escoceses (~425 mil habitantes), irlandeses (~375 mil habitantes), italianos (~350 mil habitantes), alemães (~220 mil habitantes), portugueses (~130 mil habitantes), franceses (~120 mil habitantes) e poloneses (~85 mil habitantes). Toronto possui uma grande comunidade portuguesa. Aproximadamente 60% da população portuguesa da cidade vem dos Açores, e 10% vem de Madeira. Toronto possui também uma pequena comunidade brasileira. Aproximadamente quatro mil brasileiros vivem na cidade.

Chineses compõem aproximadamente 10,6% da população de Toronto (259 710 habitantes), sul asiáticos compõem 10,3% da população da cidade (253 920 habitantes), e afro-canadenses compõem 8,3% da população da cidade (204 075 habitantes). Metade da população afro-canadense vive em Toronto. Filipinos compõem 3,5% (86 460 habitantes) da população de Toronto, Hispânicos, 2,2% (54 350 habitantes), árabes e oeste-asiáticos, 2,4% (59 560 habitantes), sudeste-asiáticos, 1,4% (33 870), coreanos, 1,2% (29 755), e japoneses, 0,5% (11 595). Outras minorias étnicas formam 1,5% da população da cidade (37 985 habitantes). Deve-se tomar em conta que muito dos habitantes de Toronto são descendentes de duas ou mais etnias. No total, minorias étnicas compõem 42,8% da população da cidade (censo de 2001). Devido à imigração, esta percentagem está aumentando rapidamente, e estima-se que minorias étnicas deverão formar a maioria da população da cidade em torno de 2017. Toronto possui no total mais de um milhão de habitantes que pertencem à uma minoria étnica (26% da população minoritária canadense).

Toronto concentra 48,7% da população da Região Metropolitana de Toronto. Em 2001, 57,8% de todos os imigrantes que instalaram-se na Região Metropolitana de Toronto instalaram-se em Toronto. Contando-se apenas os imigrantes que chegaram após 1990, esta taxa sobe para 64,4%. Cerca de metade das pessoas imigrando para o Canadá instalam-se em Toronto. A população de Toronto está crescendo aproximadamente 1,9% por ano. Estima-se que a cidade alcançará três milhões de habitantes em 2030. No mesmo ano, estima-se a população da região metropolitana em 7,45 milhões de habitantes.

Aproximadamente 20% da população da cidade possui 14 anos de idade ou menos, enquanto pessoas com mais de 65 anos de idade constituem 11,2% da populaçào de Toronto.

Religião

A Igreja Católica Romana é a maior religião da cidade (31,4%), seguida pela Protestante (21,1%), mas a cidade possui comunidades religiosas bem-estabelecidas de muçulmanos (6,7%), hindus (4,8%), judeus (4,2%), e outras religiões (4%). 18% da população da cidade não possuem nenhuma afiliação religiosa.

Idiomas

Mais de 100 idiomas e dialetos são falados em Toronto, e mais de um terço da população da cidade fala outro idioma que não o inglês em casa.

Enquanto que o inglês é o idioma predominante na cidade (é a língua materna de 51,8% da população da cidade), o Statistics Canada afirma que outros idiomas também possuem presença significante na cidade são a língua materna de uma parte considerável da população da cidade são o chinês (idioma materno de 355 270 habitantes), o italiano (206 325), o português (113 355), punjabi (99 600), espanhol (83 245), polonês (79 875), tagalog (77 220) tâmil (77 060), urdu (57 635), francês (57 485), grego (50 165), árabe (46 575), alemão (43 665), vietnamita (36 555) e o ucraniano (26 675).

Bairros e distritos

Toronto possui um total de 240 bairros diferentes. Muitos destes bairros já foram no passado cidades ou vilas, que foram eventualmente fundidas à outras cidades. Até 1997, Toronto estava dividido em seis distintas cidades: a cidade de Toronto propriamente dita, North York, Scarborough, Etobicoke, York e East York. Estas seis cidades foram fundidas em uma única cidade de Toronto em 1998. As seis antigas cidades são agora seis distintos distritos (boroughs) de Toronto.

Muitos destes bairros estão nomeadas em homenagem à uma dada etnia ou nacionalidade. A Corso Italia e a Little Italia assim são nomeadas dado ao grande número de italianos nestes bairros, enquanto a Portugal Village possui uma grande população portuguesa, vindos do continente europeu. Várias áreas da cidade também são cognomeadas pela prefeitura da cidade, embora não possuam o estatuto de bairro, como a Rua Açores – que é uma área cognomeada, não uma rua – que possui uma grande população portuguesa, a maioria imigrantes vindos dos Açores e seus descendentes.

Economia

Vista aérea do centro financeiro de Toronto.
Vista aérea do centro financeiro de Toronto.

A economia de Toronto é uma das mais variadas e fortes da América do Norte. Toronto é o principal pólo industrial, comercial e financeiro do Canadá, e um dos principais do continente.

Até a década de 1970, Toronto era o segundo maior pólo comercial do Canadá, atrás de Montreal. O grande crescimento econômico de Toronto foi estimulado pela descoberta de grandes depósitos de recursos naturais ao longo da província de Ontário e da crescente presença da indústria automobilística em todo o sul da província. Além disso, a inauguração do Canal Marítimo do São Lourenço permitiu o trânsito de navios entre o Oceano Atlântico até os Grandes Lagos, tornando Toronto um centro portuário importante. Durante a década de 1960, além disso, o nacionalismo quebequense e a aprovação de várias leis que passaram a obrigar empresas sediadas no Quebec a usarem somente o francês como idioma de trabalho. Isto prejudicou enormemente a economia daquela cidade pois fez com que várias empresas sediadas anteriormente em Montreal – especialmente as grandes multinacionais, cujo mercado se extendem muito além dos limites de Quebec) mudassem para Toronto, onde o francês não é necessário para o comércio. Vários habitantes de Montreal apelidaram esta migração de “Êxodo”.

Segundo levantamento de PriceWaterhouseCoopers o produto interno bruto da região metropolitana de Toronto é de aproximadamente 209 bilhões de dólares americanos, com renda per capita de 39,4 mil dólares americanos (estimativa de 2005 utilizando o parâmetro PPP). Isto deixa Toronto em vigésimo primeiro lugar entre as economias das maiores metrópoles do mundo.

Manufatura

O Ontário possui grandes depósitos de recursos naturais tais como madeira, alumínio, cobre, ferro, níquel, prata, ouro, urânio e zinco. Além disso, a grande quantidade de rios, lagos e quedas d’ água permitiu a construção de várias hidrelétricas, e os depósitos de urânio permitiram a construção de usinas nucleares. Isto mais uma malha ferroviária, rodoviária e hidroviária eficiente eventualmente fez de Toronto o maior pólo industrial do Canadá. Atualmente, Toronto possui mais de 5,7 mil fábricas. As fábricas localizadas na região metropolitana de Toronto produzem metade dos produtos industrializados em todo o Canadá. Cerca de um terço da força de trabalho de Toronto trabalham em fábricas.

As maiores atividades industriais da cidade são o processamento de alimentos, a indústria automobilística e a impressão de jornais, revistas e material publicitário. Outras atividades industriais importantes incluem a indústria têxtil, a fabricação de eletrônicos, papel e móveis.

Comércio e finanças

Toronto é o principal centro bancário do país – os cinco maiores bancos do país possuem seus quartéis-generais na cidade. No total, quatro de cada cinco bancos canadenses estão sediados na cidade. A bolsa de valores de Toronto, o Toronto Stock Exchange, é a maior bolsa de valores do Canadá, a segunda maior do continente americano (atrás apenas do New York Stock Exchange, localizado na cidade americana de Nova Iorque) e a sexta maior do mundo. A bolsa de valores de Toronto é a nona maior do mundo, e foi a primeira bolsa de valores em todo o continente americano a comercializar ações eletronicamente. Toronto também é o maior centro do comércio atacadista do Canadá.

A Bay Street é o coração financeiro do Canadá. Aqui estão localizadas as sedes dos quatro maiores bancos do Canadá, e a maioria dos mais altos arranha-céus da cidade.

Mídia

Em anos recentes, a cidade de Toronto tornou-se um dos centros da indústria cinematográfia do Canadá, juntamente com Vancouver, e um dos maiores da América do Norte, por causa do baixo preço na produção de filmes e shows de televisão no Canadá, em relação aos Estados Unidos. As ruas da cidade e seus monumentos podem ser vistos em uma variedade de filmes, que mimicam as ruas de grandes cidades americanas tais como Chicago e Nova Iorque. Toronto produz mais filmes e programas de televisão do que qualquer outra cidade das Américas, com exceção de Los Angeles e Nova Iorque.

Turismo

Toronto é um grande centro turístico, contendo uma rica variedade de atrações, entre as mais conhecidas, estão a CN Tower, a mais alta estrutura do mundo (embora não seja considerado um edifício), e o ROM (Royal Ontario Museum), com suas mais seis milhões de peças que o tornam o maior museu do Canadá. Outras grandes atrações conhecidas incluem, a Casa Loma, edificada em 1911, conhecida por ter 98 quartos. Para a sua construção, foram investidos 3,5 milhões de dólares canadenses. O Art Gallery of Ontario, inaugurado em 1900 possui uma das mais extensas coleções de arte moderna do Canadá.

A cidade possui grandes shoppings, onde o nome mais famoso é o Eaton Centre.

Entre outros lugares famosos no turismo estão incluídos o Fort York, o Queen’s Park, o George R. Gardiner Museum of Ceramic Art, The Bata Shoe Museu, o Yorkville, o Centro de Toronto, a Universidade de Toronto, a Prefeitura entre outros.