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Blog - Arquivo de fevereiro de 2011

Oscar 2011: Melhor curta metragem Australiano – “The Lost Thing”

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 - 02:02
postado por Younger Intercâmbio

“The Lost Thing“, é uma co-produção Australiana e Inglesa, com uma animação prodigiosa e uma estória que mais não é do que uma metáfora à sociedade actual, desprovida de sentimentos, emoções e atenção ao que de importante se passa à nossa volta.

Um rapaz encontra uma estranha criatura numa praia e decide encontrar-lhe um lar, num mundo em que toda a gente acredita que há coisas mais importantes em que concentrar a sua atenção.

Realizado por Andrew Ruhemann e Shaun Tan (também criador da estória e do argumento) e com locução de Tim Minchin, “The Lost Thing” surpreende logo de inicio pela originalidade da sua animação computorizada, numa atmosfera retro e onírica. Com uma estória muito simples, mas não simplista, é um filme que agradará a todos os públicos, mas que só os adultos poderão desfrutar na sua totalidade. As alusões à frieza da sociedade não são subtis, sendo mesmo o cerne do filme, mas são mantidos como sub-texto até ao final.

Fonte: PaperBlog

Zoológico vertical em Buenos Aires serve como base para aves migratórias

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 - 19:02
postado por Younger Intercâmbio

Os arquitetos Hila Davidpu, Tal Gazit, Eli Gotman e Hofi Harari divulgaram recentemente a criação do “ECO-Cliff”, proposta desenvolvida para a competição de “Zoológico Vertical de Buenos Aires”. O “ECO-Cliff”, que em tradução livre seria um penhasco ecológico, é uma torre revolucionária que irá servir como uma base para a nidificação de milhares de aves migratórias e também como um habitat ecológico para os diferentes animais e espécies da “Reserva Costanera Sur”. A estrutura deve funcionar como um zoológico tradicional.

A Reserva Costanera Sur de Buenos Aires, está localizado no bairro de Puerto Madero e é visitada por centenas de turistas que passam pela cidade. Esta gigantesca área natural oferece uma interessante variedade de flora e fauna contra o leito do Rio de La Plata.

Com a forma de um penhasco é basicamente um esqueleto rígido coberto por redes e cabos de aço de diversas densidades que cobrem diferentes funções enquanto mantém, à distância, a imagem da torre como um penhasco orgânico.

Este emaranhado permite a abundante entrada de luz solar e ar fresco, assim como a água da chuva, em áreas preferenciais. Juntamente com um sistema de vegetação enraizada no sistema de rede, assim essa estrutura cria um pequeno ecossistema nos limites do edifício.

A entrada dos visitantes na torre ocorre através de um sistema de teleférico. O controle é feito dessa maneira para minimizar os danos à reserva causados por veículos motorizados e reduzir a emissão de gases de efeito estufa na cidade. A entrada principal se conecta a um sistema de transporte público.

Como uma de suas principais funções, a “Eco-Cliff” vai acomodar uma variedade de aves migratórias que passam para a Reserva Costanera Sur acada ano. As áreas de nidificação das aves migratórias poderão acompanhar os visitantes humanos ao longo de sua trajetória ascendente em todos os variados elementos da torre, incluindo os espaços de outros animais e as plataformas de observação.

A torre terá sistemas de energia solar por células fotovoltaicas, instalações de tratamento de água e reciclagem, que em conjunto, fazem deste jardim zoológico vertical praticamente auto-suficiente.

O ponto de vista educacional da “Eco-Cliff” criaria uma experiência inesquecível para educar o visitante a bordo, bem como um marco espetacular para a Reserva Costanera Sur e para a cidade de Buenos Aires.

Fonte: CicloVivo

Austrália deve adotar taxa de carbono a partir de 2012

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 - 13:02
postado por Younger Intercâmbio

Governo australiano anuncia imposto sobre as emissões de gases do efeito estufa como forma de combater as mudanças climáticas, porém oposição e grupos industriais vão brigar para que o projeto não seja aprovado

A Austrália é um dos países onde mais se discute medidas para controlar as emissões de gases do efeito estufa, porém nunca conseguiu ir muito além dos debates. Desde 2009, projetos climáticos são barrados pelo Congresso e sempre acabam perdendo força e sendo engavetados.

Uma das principais causas disso é porque a Austrália é o maior exportador mundial de carvão, portanto existe um lobby muito forte atuando de forma contrária a qualquer medida que altere padrões de geração de energia e de produção.

Agora, diante dos eventos climáticos extremos que afetaram a vida de milhões de australianos, o governo pretende contar com o apoio popular para tentar novamente aprovar uma legislação para as emissões.

A primeira-ministra Julia Gillard anunciou nesta quinta-feira (24) que irá propor uma lei que forçará os grandes emissores do país a pagar por cada tonelada de dióxido de carbono liberado já a partir de 1 de julho de 2012.

“Eu não acredito que a Austrália precise liderar o mundo contra as mudanças climáticas, mas eu creio que não podemos ficar para trás. Estou determinada a fixar um preço no carbono porque a história nos ensina que os países que prosperam são os que se adaptam às transformações”, afirmou Gillard.

A decisão surpreende porque na semana passada ao fim de uma reunião do comitê multipartidário de mudanças climáticas foi divulgado um comunicado que dizia: “o comitê percebeu que o acordo para a decisão final da taxa do carbono só pode ser adotado quando todos os elementos da política entrarem em consenso, e deve ser estabelecido nos próximos meses”.

Muitos apostavam que somente após maio, quando o conselheiro de mudanças climáticas do governo, Ross Garnaut, entregasse seu último relatório é que seriam anunciadas medidas para reduzir emissões do país.

Ainda não foram divulgados os detalhes de como funcionará a taxa, apenas que ela será uma medida de transição antes da criação de um mercado de carbono na Austrália e que deverá durar entre três a cinco anos.

Outra certeza é que o imposto não será cobrado da pecuária, um dos setores com mais emissões em virtude da liberação do metano pelos animais, por causa da dificuldade em realizar medições.

Repercussões

Imediatamente após o anúncio, o líder da oposição, Tony Abbott, afirmou que se trata de uma traição histórica e que não permitirá a aprovação do projeto.

“Não podemos permitir que uma medida deste tipo aumente ainda mais o preço da energia e prejudique a competitividade internacional de nossas indústrias. Não há nada mais falso do que fazer uma promessa ao povo australiano antes das eleições e depois quebrá-la no dia seguinte”, declarou Abbott, fazendo menção ao fato que nas últimas eleições Gillard disse que não gostava da idéia de uma taxa para o carbono e sim de um mercado.

Já o Conselho Empresarial da Austrália (Business Council of Australia – BCA), que reúne as 100 maiores companhias do país, afirmou que precisa conhecer mais detalhes antes de se pronunciar. “Enquanto não sabermos quem deverá pagar e quanto será pago, não teremos uma posição sólida sobre a taxa de carbono”, disse Maria Tarrant, chefe executiva do BCA.

Para a Câmara de Comércio e Indústria da Austrália o erro da decisão está no fato do país agir sozinho. “Nós teremos uma taxa que não existe nos nossos competidores, o que prejudicará as indústrias. As três maiores economias do planeta, Estados Unidos, Japão e China, não possuem isso e não parece que terão algo parecido tão cedo. É um equívoco a Austrália adotar ações antes desses países”, afirmou Greg Evans, porta-voz da Câmara.

Grupos ambientalistas aprovaram o anúncio e defendem a medida dizendo que se nada for feito os prejuízos para a economia serão muito maiores.

“Os australianos são a favor de ações climáticas e estão realmente frustrados com essas brigas no Congresso. É compreensível que as entidades empresariais estejam alegando que a taxa provocará uma crise, porém vale ressaltar que a ciência vem consistentemente afirmando que se continuarmos com o atual nível de emissões sofreremos as consequências mais severas das mudanças climáticas”, explicou Tony Mohr, diretor do Programa de Mudanças Climáticas da Fundação de Conservação Australiana.

Com o atual ritmo, a Austrália deve chegar em 2020 com 24% a mais de emissões do que em 2000. O governo pretende, ao colocar um preço para o carbono, alcançar a meta de reduzir em 5% as emissões nos próximos 10 anos com relação aos níveis de 2000.

Fonte: Mercado Ético

Kangaroo Island: paraíso Australiano

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 - 20:02
postado por Younger Intercâmbio

Kangaroo Island, um paraíso de espécies comparado a Galápagos, é o cenário de um dos hotéis mais preciosos da Austrália, criado para ser um santuário de conforto sensível à natureza espetacular. Em Hanson Bay, no sudoeste da ilha, rodeado por áreas de conservação ambiental, o Southern Ocean Lodge se debruça sobre um penhasco diante de um litoral de areias brancas e um mar de ondas perfeitas para o surfe.

Logo na entrada, se percebe o conceito de design eco-chic. Por toda parte, materiais que limitam o impacto com o meio ambiente. Paredes de limestone, madeira reciclada e muito vidro em janelões compõem a construção moderna que parece flutuar em meio à paisagem selvagem. Na decoração, tons naturais. E foram utilizadas diversas técnicas sustentáveis, como sistema de energia solar.

O Great Room serve como ‘hub’ para os hóspedes. Sente-se confortavelmente no lounge diante da visão panorâmica e prove delícias regionais no restaurante, que se baseia numa comida orgânica com ingredientes cultivados na ilha. O menu, que muda diariamente, pode incluir risoto com ervas e cogumelos locais. Para acompanhar, uma seleção de vinhos do sul da Austrália.

Espalhadas ao longo da linha da costa estão as 21 suítes – todas com vista para o mar, com interiores que fundem luxo e natureza. Há móveis contemporâneos, peças de artesãos locais, cama king size vestida em finos algodões e linhos, lounge e terraço privativo com ‘day beds’. Nos banheiros, paredes de vidro com o oceano como pano de fundo.

Será uma tentação ficar ali, vislumbrando o visual, mas a natureza parece chamar a exploração. Um itinerário de excursões guiadas é preparado diariamente. Há caminhadas no pôr-do-sol entre leões-marinhos e tours para ver cangurus ao amanhecer. De volta ao lodge, o spa propõe tratamentos personalizados para o rejuvenescimento e massagens à base de produtos extraídos na ilha, entre mel, eucalipto e sais minerais.

Southern Ocean Lodge: Kangaroo Island, tel. (61-2) 9918-4355, www.southernoceanlodge.com.au/lodge.asp.

Fonte: Taste

Canadá vai abrir mais de 300 mil vagas nos próximos 07 anos

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 - 22:02
postado por Younger Intercâmbio

O Canadá está procurando pessoas qualificadas para trabalhar!

A afiliada da Rede Globo, RBS TV levou ao “ar” no dia 19/10/2010 uma notícia que reforça os brasileiros que estão procurando cada vez mais o país.

Segundo a reportagem, que entrevistou o Assessor do escritório de imigração de Quebec, o Canadá deve abrir mais de 300.000 (trezentas mil) vagas de emprego nos próximos 7 (sete) anos. Isso devido ao fato de muitos trabalhadores estarem perto de se aposentar e ao aquecimento da economia.

Veja o vídeo da entrevista:

Há oportunidades tanto no setor público, como no setor privado. No Canadá já são mais de 10.000 (dez mil) Brasileiros trabalhando de forma legalizada.

Vale a pena dar uma olhada na matéria, e conte com a Younger para sua viagem.

Fonte: Canadá Brasileiro