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Blog - Arquivo de novembro de 2010

Opera House – Sydney

quarta-feira, 24 de novembro de 2010 - 18:11
postado por Younger Intercâmbio

Cartão postal mais famoso da Austrália, o modernoso Sydney Opera House é considerado patrimônio mundial pela Unesco. Com design de conchas projetado pelo arquiteto dinamarquês Jorn Utzon, o teatro foi inaugurado em 1973 pela Rainha Elisabeth II.

O gigantesco complexo reúne cinco teatros, cinco salas de ensaio, dois auditórios, 60 camarins, quatro restaurantes, seis bares, biblioteca e diversas lojinhas. Seu maior auditório, o Concert Hall, tem capacidade para 2.678 espectadores. Subindo seus 200 degraus, se tem uma vista espetacular da Baía de Sydney e da Harbour Bridge, lugar perfeito para boas fotos.

Há dois tipos de visita guiada. O Essential Tour mostra detalhes do magnífico edifício como seu telhado, que pesa mais de 160 mil toneladas. Com duração de uma hora, custa 35 dólares australianos, cerca de R$ 60. Já a visita pelos bastidores percorre os camarins e o fosso da orquestra, revelando o que ocorre por detrás dos holofotes. O passeio de duas horas custa 155 dólares australianos (R$ 260) e termina com uma refeição. Os tours ocorrem de segunda-feira a sábado.

Endereço: Royal Exchange Sydney 1225

Telefone: +61 2 9250 7250

Porque o intercâmbio é bom? (Para seus filhos e para você)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010 - 18:11
postado por Younger Intercâmbio

Por que o intercâmbio é bom? (Para os seus filhos e para você)

O adolescente só tem a ganhar com uma temporada de estudos no exterior. Segure a onda da saudade e faça as melhores escolhas para tudo correr bem.

O adolescente ganha jogo de cintura, independência ematuridade no Intercâmbio. Foto: Getty Images

Cursos de férias

São focados no treino de um idioma e temperados com atividades culturais, esportivas ou de entretenimento e permitem o contato com jovens do mundo inteiro. “Ninguém aprende uma nova língua em um mês, mas a imersão permite dar um salto na capacidade de expressão”, garante Claudia Martins, gerente de comunicação do Student Travel Bureau, em São Paulo. Canadá, Inglaterra, Austrália e Estados Unidos são os destinos mais procurados nessas viagens. Em geral, duram 30 dias, e o pacote com passagem, estadia e curso fica em torno de 3 mil dólares.

High School

Consiste em cursar parte do ensino médio em outro país, freqüentando aulas regulares em uma escola pública ou privada. Os países de língua inglesa são os mais procurados – Estados Unidos em primeiro lugar. Entre as novas tendências, destacam-se África do Sul, Nova Zelândia e Irlanda. Para quem busca outros idiomas, França, Alemanha e Espanha estão em alta. Há opções semestrais e anuais. O custo anual começa em 4,8 mil dólares, só para escola e estadia.

O melhor momento

Algumas escolas não aceitam retorno de alunos de intercâmbio no segundo semestre do último ano do ensino médio. Por isso, muitos marcam a viagem já no final do primeiro ano. Outros fazem essa parada entre o segundo e o terceiro anos, já contando com o cursinho para corrigir defasagens. Informe-se na secretaria de ensino do seu estado sobre as exigências para validar os estudos feitos lá fora.

A escolha da agência

Verifique a que escolas e organizações a agência é associada. Algumas entidades só certificam empresas comprovadamente idôneas. É o caso da International Association of Languages Centres (Ialc), da Association of Language Travel Organisations (Alto) e da Federation of International Youth Travel Organisations (Fiyto). “Os pais devem ir pessoalmente às agências e observar o ambiente, os funcionários e a qualidade das informações”, recomenda Tatiana Visnevski Mendes, presidente da Belta.

Documentação

Confira com a agência os documentos exigidos pelo país de destino. Não esqueça certificados de vacinação e receita médica traduzida caso seu filho precise levar algum medicamento. Passaportes e vistos devem ser solicitados com o máximo de antecedência, pois os atrasos são comuns. Um seguro médico com cobertura internacional é obrigatório. Confira as coberturas e exceções específicas para dependentes e providencie uma relação de telefones atualizados para atendimento no exterior.

Bagagem

Compre uma mala com cadeado e compartimento secreto, no qual o jovem possa conservar em segurança objetos de valor e dinheiro. Restringir a bagagem ao mínimo facilita a passagem pela alfândega, além de evitar a cobrança de excessos e permitir mais mobilidade. Se for inverno no país de destino, prefira um bom casaco a uma montanha de blusas – nos países frios, as casas contam com sistemas de calefação. Confie nas orientações da agência e certifique-se de que seu filho tenha na carteira uma cópia dos contatos e do endereço das pessoas que irão recebê-lo no destino. São dados necessários no desembarque.

Onde ficar

Casa de família é a opção preferida pelos brasileiros: o adolescente é “adotado” por uma família anfitriã, que se responsabiliza por acomodá-lo, alimentá-lo e acompanhar seu desempenho escolar. As famílias anfitriãs, voluntárias ou contratadas, são selecionadas pelas escolas e coordenadores dos programas escolhidos. Outra possibilidade é se instalar em uma residência estudantil ou em um alojamento da própria escola. Mais comum na Europa, essa opção é restrita aos programas ligados a escolas particulares.

Tudo tem solução

As semanas que cercam o embarque são sempre delicadas. “Podem ocorrer desarranjos hormonais entre 30 dias antes e 60 dias após a chegada. Algumas meninas deixam de menstruar e o ganho de peso é comum”, alerta a psicóloga Andrea Sebben, de Florianópolis (SC). Outro desajuste freqüente é o de expectativas. “O adolescente espera encontrar uma família igual à dele e se frustra quando depara com valores e hábitos diferentes. Mas esse estranhamento logo é superado”, garante Thiago España, da World Study, no Rio de Janeiro. As cobranças de desempenho escolar também podem suscitar desentendimentos e, às vezes, é necessária a intervenção do coordenador local para restabelecer a sintonia. No rol dos problemas graves, a maioria das queixas está ligada a desistências de última hora por parte da família anfitriã. “Diante de dificuldades maiores, os pais podem procurar a Belta, que intermediará uma solução”, assegura Tatiana Mendes.

Para lidar com a saudade

Ela vai ser imensa, mas é melhor controlar o impulso de falar com o filho a todo momento. “Não inclua na bagagem laptop ou celular. Facilitar demais a ligação com o cotidiano da família e dos amigos dificulta a adaptação lá fora”, afirma Andrea Sebben. Essa visão é tão unânime que algumas agências limitam o número de telefonemas por contrato. “Nas primeiras semanas, uma ligação semanal é aceitável, mas o ideal é um telefonema por mês. Também pedimos para evitar o MSN. O e-mail ajuda a matar a saudade e não é tão direto”, diz Thiago España. Para os contatos telefônicos, uma solução econômica é o Skype, por meio de computadores da escola ou de cybercafés. Em relação ao conteúdo da conversa, a psicóloga Mariângela da Silva, de São Paulo, é taxativa: “Tem que se concentrar no que o filho tem feito por lá. Nada de falar dos amigos daqui e da saudade”.

Brasil aparece em 73º no ranking de IDH mundial, diz ONU – Austrália segue em segundo lugar.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010 - 16:11
postado por Younger Intercâmbio

O ranking anual de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) feito pela ONU (Organização das Nações Unidas) mostra o Brasil em 73º lugar, com uma nota de 0,699. A lista é liderada pela Noruega, com nota de 0,938, em um valor que vai de 0 a 1. O levantamento inclui 169 países e é realizado todos os anos pela ONU.

Ranking do IDH 2010

1 Noruega 0,938

2 Austrália 0,937

3 Nova Zelândia 0,907

4 Estados Unidos 0,902

5 Irlanda 0,895

6 Liechtenstein 0,891

7 Holanda 0,890

8 Canadá 0,888

9 Suécia 0,885

10 Alemanha 0,885

… … …

73 Brasil 0,699

No ano passado, o Brasil aparecia na 75ª posição no ranking do IDH, mas obteve uma pontuação maior, de 0,813.

Com o resultado, o Brasil fica no grupo dos países com desenvolvimento humano considerado alto — o país mais bem colocado nesse grupo é as Bahamas (43ª), com nota de 0,784, e o último é Tonga, com 0,677 (85ª posição).

A posição do Brasil no grupo das nações de alto desenvolvimento humano, no entanto, ainda é inferior à do Chile, o país latino-americano mais bem colocado, no 45º lugar e nota de 0,783, seguido pela Argentina (46º). Outros países latino-americanos à frente do Brasil são México (56º), Costa Rica (62º) e Peru (63º).

O primeiro grupo, formado pelos países com desenvolvimento humano muito alto, tem, além da “campeã” Noruega, mais 41 países, como Austrália (2ª), Nova Zelândia (3ª) e Estados Unidos (4ª). Além de vários países europeus, aparecem no grupo mais alto Japão (11º), Coreia do Sul e países árabes como Brunei (37º) e Catar (38º).

Nova metodologia

A formulação do IDH, criado em 1990, que passou por uma grande reformulação este ano, segundo a ONU. O índice foi criado há 20 anos. O índice brasileiro, de 0,699, põe o país entre os de alto desenvolvimento humano e é maior que a média mundial (0,624). Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano, resultado é parecido com o total de países da América Latina e Caribe (0,704). Devido à nova metodologia, não se pode comparar o novo IDH com índices anteriores.

Andy Irons, surfista maior que a onda, sai de cena e deixa legado gigante

quinta-feira, 4 de novembro de 2010 - 12:11
postado por Younger Intercâmbio

Ao rejeitar o papel de súdito de Slater, havaiano desafiou o mito, encantou o planeta com seus aéreos e conquistou um tricampeonato mundial histórico.

Andy Irons não cabia na onda. Tanto que rasgava uma atrás da outra em aéreos que viraram referência mundial. Não cabia também dentro dele mesmo – a cada conquista orgulhava-se de mergulhar em festas e bebidas. Muito menos cabia no papel de coadjuvante relegado aos súditos de Kelly Slater. Encarou o mito sem medo e foi o único a incomodá-lo de fato. Gigante, perdeu sua batalha final de forma surpreendente e acima de tudo irônica, vítima de uma doença transmitida por um frágil mosquito. Aos 32 anos, o havaiano sai de cena, mas deixa um legado histórico.

Nascido em Kauai, no Havaí, no dia 24 de julho de 1978, Irons não conseguiu voltar para casa neste início de novembro de 2010. De Portugal, onde disputou uma etapa do Circuito Mundial, voou para Porto Rico, mas já não estava se sentindo bem. Incapaz de disputar suas baterias, decidiu se recolher no Havaí. No meio do caminho, a escala em Dallas. Hospedado num hotel, com dengue hemorrágica, foi encontrado morto por um funcionário pouco depois das 10h de terça-feira.

O drama de Andy ganha contornos ainda mais tristes pelo estado da sua esposa, Lyndie. A modelo californiana está grávida de oito meses, esperando para dezembro o filho do casal. Os dois se conheceram em 2003, quando o surfista estava no auge, prestes a conquistar o segundo dos seus três títulos mundiais consecutivos. Mas a relação com as pranchas começou bem antes disso.

garoto havaiano começou a surfar aos 8 anos e influenciou rapidamente o irmão mais novo, Bruce Irons, que também competiu no circuito profissional. A primeira vitória de Andy veio em 1996. A primeira na elite apareceu dois anos depois, em Huntington Beach.

A glória começaria a cruzar seu caminho em 2002, quando embolsou quatro etapas do Circuito, incluindo a última, em casa, para faturar o primeiro título mundial. Naquele ano, Slater ainda ensaiava um retorno às ondas após três anos de pausa. Ficou com um modesto nono lugar. Coube a Irons deixar sete australianos para trás, incluindo gente do calibre de Mick Fanning, Joel Parkinson e Taj Burrow.

Brilho intenso em Pipeline

Em 2003, a consolidação do ídolo. Além de conhecer Lyndie, o havaiano defendeu seu título de forma brilhante. Slater estava inteiro de novo, mas tombou numa disputa memorável em Pipeline. Começava a se consolidar ali um domínio na primeira metade da década. Domínio esse que se ampliou com o tricampeonato em 2004. Desta vez, a festa foi na etapa de Imbituba, em Santa Catarina.

Kelly retomou sua dinastia nos dois anos seguintes, mas ainda teve o título carimbado por Irons em 2006, de novo em Pipeline. O havaiano já tinha cumprido sua missão.

Em 2008, ele abandonou as últimas etapas e anunciou que pararia por um ano, alegando ter perdido a paixão pelo surfe. Junto com isso veio a aposentadoria do irmão Bruce, que Andy dizia ser melhor do que ele. A temporada 2009 viu um surfista esporádico, participando apenas como convidado nas etapas do Taiti e – claro – do Havaí.

O retorno em 2010 viu o radical adotar um estilo mais “família”, com Lyndie já grávida. A última vitória da carreira veio em Teahupoo, batendo na final não Slater, mas o também americano CJ Hobgood. Slater, por sinal, faturou três etapas e está muito perto de conquistar seu decacampeonato – resta agora saber qual será a decisão da ASP sobre o decorrer da competição.

Ainda que o mito americano vença, sua biografia não pode ignorar Irons e os duelos memoráveis que ficam registrados na história do surfe. Em nove baterias na elite, o havaiano levou a melhor em seis. Ou seja: das 20 etapas que Andy venceu, seis foram em cima do melhor de todos os tempos.

Uma nova relação com Slater

Fora das praias, o duelo prosseguia, no melhor estilo “mocinho x bandido”. A rivalidade é apontada como um dos motivos que motivaram Slater a retornar ao circuito. E as disputas no mar não impediram que – ao menos nos últimos anos – os adversários se dessem bem. Até Lyndie foi clicada algumas vezes conversando com Kalani, namorada de Kelly.

– Não posso ficar chateado se o cara para quem eu perdi ganhou o campeonato. Eu mataria os sonhos de vocês se dissesse que eu e Kelly somos realmente amigos? – perguntou Irons em 2008.

Ao sair de cena, ele deixa na memória dos amantes do surfe o último duelo. Neste ano, os dois se cruzaram após quatro anos sem encontros na água. Foi justamente em Teahupoo, na etapa do Taiti. Slater venceu na primeira fase, e Irons deu o troco nas semifinais para, em seguida, conquistar seu último título. Belo desfecho de um surfista grande demais para caber na onda.