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Blog - Arquivo de outubro de 2010

Toronto

terça-feira, 26 de outubro de 2010 - 12:10
postado por Younger Intercâmbio

Vanguarda e cosmopolitismo

Toronto é considerada hoje uma das dez cidades mais vanguardistas do planeta. Seu design e arquitetura ultramodernos, aliados a mais alta tecnologia vivem em permanente ebulição. Com 2,5 milhões de habitantes, ela é também uma das metrópoles mais cosmopolitas do mundo. Vivem nela imigrantes vindos de mais de 100 países.

Conheça os seus grandes marcos arquitetônicos.

Mobilidade Universitária para criar cidadania no Mercosul

segunda-feira, 18 de outubro de 2010 - 19:10
postado por Younger Intercâmbio

Para promover o sentido de pertinência e a formação de uma cidadania do Mercosul, foi lançado esta semana um plano de intercâmbio de estudantes universitários de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. O Programa de Mobilidade Estudantil de Educação Superior é financiado pela União Europeia em sua fase-piloto e foi instituído no dia 12, em um ato realizado na Universidade de Buenos Aires (UBA). Em dezembro começará a capacitação de profissionais envolvidos no projeto e a convocação para os estudantes acontecerá no próximo ano.

Para o plano de intercâmbio dentro do Mercosul já se inscreveram 50 universidades públicas e privadas dos quatro países. Cerca de 430 docentes e os funcionários da área de cooperação internacional desses centros poderão participar de 12 paineis de preparação para sua execução. A uruguaia Cristina García, diretora do projeto, com sede em Montevidéu, afirmou à IPS que podem se beneficiar do programa de mobilidade estudantes de qualquer universidade do Mercosul, embora o intercâmbio vá acontecer nos centros participantes de educação superior.

As inscrições para estudantes e sua seleção inicial acontecerá em suas próprias universidades, e a escolha definitiva dependerá de uma comissão integrada por representantes dos quatro países. Aos 180 estudantes que receberão bolsas de estudo será financiada uma viagem a outro país-membro do bloco, para cursar um semestre letivo em uma das universidades que participam da iniciativa. A bolsa inclui viagem, alojamento, eventuais custos de matrícula e outros gastos estabelecidos.

No entanto, para que esse curso seja avaliado pela faculdade do bolsista quando este regressar, é preciso uma logística prévia entre as casas de estudos e os professores, justamente o que acaba de ser colocado em marcha. A iniciativa busca contribuir para superar o baixo sentimento de pertinência coletiva ao Mercosul das sociedades e dos cidadãos que o integram, segundo se depreende de diversos estudos e pesquisas.

Para Cristina, o programa poderá contribuir para a conscientização de integrar um bloco e promover uma cidadania coletiva, para que o Mercosul transcenda o econômico e comercial. Uma pesquisa, que será feita entre os estudantes universitários antes e depois da execução do programa, comprovará se a mobilidade estudantil é uma boa ferramenta para o propósito de impulsionar a identidade do Mercosul.

O antecedente desta iniciativa é o Plano de Ação da Comunidade Europeia para a Mobilidade de Estudantes Universitários, conhecido como Erasmus, por sua sigla em inglês, que desde 1987 beneficia milhões de estudantes e professores da União Europeia (UE) e ao qual somaram-se outros países europeus mas que não pertencem ao bloco. Além de benefícios acadêmicos, o Erasmus promove a identidade e cultura europeias e uma cidadania coletiva que transcende a da própria nacionalidade entre as sociedades dos 27 países que integram a UE.

E há muito caminho pela frente. Cristina reconhece que a fase-piloto do programa cobre uma porção simbólica dos estudantes das universidades do Mercosul, onde se estima que haja atualmente quase quatro milhões de estudantes universitários. “O desafio seria ter em seguida um programa de mobilidade maior para dar continuidade a este projeto e mobilizar muito mais estudantes, mas para isso precisamos que as instituições envolvidas valorizem esta experiência”, afirmou. A valorização deveria traduzir-se em dinheiro.

“Não pode haver um programa de mobilidade estudantil sustentado apenas na cooperação internacional. É necessário que as instituições se comprometam com um fundo comum de bolsas de estudo”, disse Cristina. Para este programa, desenhado pela UBA, a União Europeia entrará com US$ 4,18 milhões, enquanto os países do bloco destinarão US$ 1,4 milhão. Os fundos serão destinados majoritariamente à capacitação de mais de um milhar de funcionários e docentes (US$ 2,84 milhões), enquanto outras quantias serão destinadas à formação de redes acadêmicas (US$ 1,04 milhão) e campanhas de divulgação (US$ 349 mil).

O plano de mobilidade em si custará US$ 700 mil. Por isso, os coordenadores da iniciativa consideram que o esforço de capacitação, que agora é o mais caro, deveria servir para a arrancada de um programa de prazo mais longo. Marcelo Tobin, secretário de Relações Internacionais da UBA e chefe do projeto, explicou à IPS que o crescente bom ambiente nas relações entre UE e Mercosul é um contexto propício para prolongar a ajuda financeira para o programa.

Os dois blocos retomaram este ano as conversações para um tratado de livre comércio e o resultado deste diálogo, que esteve suspenso por alguns anos, pode ser conhecido no final deste ano, durante a cúpula do Mercosul. Se os resultados da experiência-piloto forem positivos, o segundo passo deveria ser um sistema mais amplo, tanto em quantidade de universidades como de estudantes. “Deveria ser um programa de mobilidade do Mercosul”, disse Marcelo, acrescentando que a UBA acredita que a iniciativa será um “agente potencializador” da pertinência ao bloco, sob a premissa de que “a cultura e a educação são poderosos construtores de identidade”.

No horizonte está o desejo de que o plano perdure para criar a “abertura das mentes e a coerência das propostas universitárias”, disse Tobin, recordando que na UE a mobilidade estudantil foi um fator determinante na integração social. Antes, entretanto, devem ser dados todos os passos do plano-piloto. Em dezembro acontecerá em Montevidéu o primeiro painel de capacitação para funcionários da área de cooperação internacional dos ministérios da Educação dos países do bloco.

Nesse mesmo mês vencerá o prazo para apresentação das propostas de redes de intercâmbio acadêmico entre as instituições, e em 2011 continuarão os paineis até meados do ano. Aí, então, será lançado um programa de divulgação para atrair os estudantes. Essa convocação será em setembro de 2011. Uma vez escolhidos os alunos, em março de 2012 estes começarão a cursar um semestre de estudos em outro país do bloco, e para 2013, toda experiência estará concluída.

Buenos Aires

segunda-feira, 18 de outubro de 2010 - 19:10
postado por Younger Intercâmbio

A capital da Argentina caminha rumo ao transporte sustentável. Após tomar medidas a favor do uso da bicicleta, como a construção de 100 km de ciclovias até 2011 e a determinação da criação de espaço para bicicletas nos estacionamentos das universidades, agora o governo aposta em uma parceria com 40 hotéis da cidade. O objetivo? Incentivar que turistas e funcionários utilizem as magrelas como principal meio de transporte.

Com o acordo o governo disponibilizará descontos para a compra das bikes, objetos de segurança e materiais para o estacionamento, além de promover mapas e folhetos turísticos em casteliano, inglês e português. “A ideia é que o turista tenha uma experiência diferente ao percorrer a cidade de bicicleta”, afirmou o subsecretário de Transporte, Guillermo Dietrich, ao jornal El Cronista.

Alguns hotéis já entraram em ação. O Palácio Duhau em Buenos Aires, por exemplo, dispõe de seis bicicletas para alugar aos hóspedes – o turista ainda ganha um kit de piquenique, água, capacete e mapas.

Outro que possui histórico de sustentabilidade é o CasaCalma Wellness. Além de ser feito completamente de materiais ecológicos e certificados, o hotel investiu 18 mil pesos (cerca de R$8 mil) para disponibilizar uma bicicleta para cada funcionário. E mais, os hóspedes ainda tem acesso gratuito a quatro bicicletas feitas de bambu.

A medida segue ações realizadas por grandes cidades em todo o mundo. “Em lugares como Berlim, Copenhague, Paris, Barcelona, Londres, Nova York e Cidade do México os hotéis fornecem mais opções de mobilidade aos turistas, graças à inclusão da bicicleta como meio de transporte”, indicou Dietrich.

Video da missão Inversa – Younger

quarta-feira, 13 de outubro de 2010 - 20:10
postado por Younger Intercâmbio

A Younger participou da Missão Inversa.

Segue link de acesso a vídeo – Instituição ADVICE, uma das 30 escolas visitadas.

Educação

quinta-feira, 7 de outubro de 2010 - 18:10
postado por Younger Intercâmbio

Roberto Civita: educação será o maior negócio da Abril

No “Papo de CEO”, executivo do Grupo Abril diz que a longo prazo, publicações impressas vão sair de circulação

A educação será uma das mais importantes plataformas de negócios do Grupo Abril, afirmou nesta quarta-feira, 6, o CEO da companhia, Roberto Civita, que apesar de afônico e febril, não declinou do convite de Salles Neto, presidente do Grupo M&M para participar do Papo de CEO, esta manhã, abrindo o segundo dia do MaxiMídia 2010. Civita lembrou que a Abril está há cerca de 40 anos”de um jeito ou de outro” na educação.

“Recentemente, eu propus aos sócios da Naspers investir maciçamente no negócio educação. E a Naspers, que tem 30% do capital da Abril, votou contra e acabei comprando a parte deles na área de educação. Um mês depois, por mero acaso, um grande grupo de private equity apareceu e propôs associação. Assim compramos o Anglo e vamos comprar mais duas ou três empresas. Educação vai virar uma parte tão importante da Abril como tem sido publicações. Isso porque eu prefiro estar em educação como negócio do que estar, desculpem, em TV, rádio, jornal. Acho que tem mais a ver com nosso DNA a educação do que outros meios. Estou convicto disso de que uma extensão do DNA da Abril é ensinar, esclarecer. O grande editor é um grande educador. E a intenção é ter uma empresa de educação talvez maior do que o Grupo Abril”, afirmou Civita.

Civita falou também sobre a compra dos 30% da Viacomm na MTV, que foi encaixada no Grupo de Midia, com o objetivo de integrar tudo e não separá-las. Ele citou como case a Revista Capricho, que vende 215 mil exemplares, e que, com a promoção Colírios, integrada entre MTV e a internet, para eleger o menino mais bonito do Brasil. “Foram 93 mil candidatos, 78 milhões de pageviews, 23 minutos em média conectadas, oito milhões de pessoas diferentes. Uma integração que nunca fizemos. E estamos muito contentes e há outras coisas que podemos fazer no mesmo gênero, no leque de audiência da MTV. Não é para ter medo de misturar mídia. É divertido, um desafio fantástico”, explica.

Sobre convergência dos veículos, Civita acredita que o óbvio a acontecer é a interatividade, no conteúdo apresentado ao leitor e na publicidade. Para ele, isso traz oportunidades de acrescentar novas dimensões ao que sempre foi feito. Ele também comentou que, a longo prazo, os tablets ou algo mais avançado que isso substituirão a longo prazo o papel. Civita justificou que não faz sentido continuar cortanto árvores para impressão de jornais e revistas.

“O que eu sustento mesmo é que o que um editor faz é o que interessa. Não é o papel, é o conteúdo. Havendo um conjunto coerente é muito melhor para o hoje leitor que ele tenha isso. Por que temos que nos preocupar com impressão e transporte de papel quando o tablet ficar barato, fácil de usar. O que me interessa é que sejamos curadores do conteúdo. Não importa a superfície onde o conteúdo estará”, sentenciou.

Serra e Marina: “não rola”

Sobre as eleições e a virada que levou ao segundo turno os candidatos Dilma Roussef e José Serra, Civita se disse aliviado e feliz por isso. Para ele, será no segundo turno a oportunidade dos eleitores obterem mais informações sobre as propostas de cada candidato.

“A gente estava frustado sobre a falta de uma discussão séria sobre alternativas e graças ao segundo turno vamos ter a oportunidade de mano a mano discutir as coisas que realmente interessam. Quando ao que vai acontecer, não sei. Acho que não dá para juntar a campanha da Marina à campanha do Serra. Acho que não rola mas se desse, seria bom”, disse.

Sobre o editorial publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, em 26 de setembro, defendendo a cabdidatura de José Serra, Civita destacou que esse tipo de posicionamento já é feito há décadas nos Estados Unidos. “Eu acho legítimo se é coerente com suas crenças editoriais. Você tem que decidir antes se vai ser neutro ou não. E se for neutro, fazer um grande esforço para ser neutro. A imprensa é livre e o Estado de S. Paulo, ao longo da campanha, achava que o Serra reunia melhores condições do que a Dilma. Devem existir jornais, TVs, rádios, que acham que não convém tomar um lado ou outro”.

“A questão da objetividade é impossível, é o nirvana. As pessoas não são objetivas. Ou se morre tentando ou se escolhe o que quer”, respondeu Civita, que também se mostrou contra a criação de uma autorregulamentação para a imprensa. Para ele, cada empresa deve se autorregular e não ter uma regra específica para todas. “Imagine se nesse caso tivesse um Conar da imprensa?”.

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