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Blog - Arquivo de agosto de 2010

Sydney

quarta-feira, 25 de agosto de 2010 - 17:08
postado por Younger Intercâmbio

Principal destino turístico da Austrália, Sydney é dinâmica, cosmopolita e elegante. A cidade mais famosa do país é também multicultural, carrega um quê de Europa, com uma pitada de Brasil e um pouco de Estados Unidos. Isso para citar apenas três influências. Não é à toa que a capital do Estado de New South Wales é um dos lugares que atrai mais imigrantes no mundo.

Em Sydney, a vida ao ar livre é levada a sério. A cidade é conhecida por cultuar corpos sarados e bronzeados e por ser meca de surfistas. Nas 40 praias da baía perfeitamente recortada, turistas e sydneysiders, como são conhecidos os moradores de lá, disputam um espaço na areia e um lugar ao sol. Os pontos preferidos para se jogar ao mar são Bondi Beach e Manly, ao norte de Sydney, onde só é possível chegar de balsa, em uma travessia com uma vista de tirar o fôlego.

Arte UOL

Saindo das praias, mas ainda na baía, o porto de Darling Harbour é o lugar onde ferve o agito turístico. É dali que se entra para o centro nervoso da cidade, o chamado Central Business District, ou CBD, onde uns poucos arranha-céus cortam largas avenidas. A região guarda os principais hotéis, restaurantes e bancos locais, além dos dois maiores cartões-postais da cidade, a Harbour Bridge e a Sydney Opera House. Passeios não faltam.

Diversão e hospitalidade australiana

Não é só de belezas naturais e construções grandiosas que vive a fama de Sydney. A cidade australiana tem um povo caloroso e uma atmosfera bastante amigável. Os sydneysiders são desencanados e quase sempre estão prontos para ajudar. A presença dos imigrantes, muitos deles brasileiros, também ajuda -não é difícil cruzar com alguém falando português pelas ruas de Bondi Beach, por exemplo.

Para as horas de diversão e relaxamento, bares, baladas, pubs e restaurantes de todos os tipos e para todos os gostos fazem a cabeça dos viajantes. Entre as festas mais famosas de Sydney, está o Réveillon à beira da baía. Assim como no Rio de Janeiro, há uma enorme queima de fogos que costuma atrair milhões de moradores e turistas do mundo inteiro.

Sydney é uma metrópole de muitas facetas, que nada deixa a dever as outras grandes cidades do mundo, como Nova York, Londres ou Paris. A distância é inegável, a cidade fica quase do outro lado do planeta, mas do que isso importa quando os encantos também são indiscutíveis.

Auckland

quarta-feira, 25 de agosto de 2010 - 17:08
postado por Younger Intercâmbio

Auckland não é a capital, mas é, sem dúvida, a cidade mais importante da Nova Zelândia. A descolada metrópole é o principal centro financeiro do país e um dos destinos preferidos dos turistas que decidem dar um pulo na Oceania.

Mesclando beleza natural e modernidade, Auckland é uma boa pedida para quem é urbano, mas não dispensa o contato com a natureza. As atrações da cidade vão das galerias de arte aos vulcões, passando por um zoológico imperdível e cassinos disputados.

Representando o espírito aventureiro da Nova Zelândia (o país é conhecido como capital mundial dos esportes radicais), Auckland oferece atividades como o bungee jump. A queda livre pode ser realizada em vários pontos da cidade, mas é no edifício Sky Tower que a maioria quer se arriscar. De lá, os corajosos saltam de uma altura de 192 metros.

Para os que preferem programas menos emocionantes, Auckland reserva passeios históricos e culturais imperdíveis. Em Waitakere, região a oeste do centro da cidade, não dá para deixar de entrar nas butiques e galerias de arte ou parar para comer nos restaurantes dedicados à culinária internacional e nos charmosos cafés. Já em Manakau, deixe-se perder nas boas lojas especializadas em vinhos e dê uma olhada na vila histórica de Howick.

Auckland é também a “Cidade da Vela”. Apelidada assim por ser sede da tradicional regata mundial America’a Cup, a cidade tem o maior número de barcos por pessoa do mundo.

Quando o assunto é natureza, a metrópole também não deixa a desejar. As praias e os mais de 50 vulcões inativos espalhados pela cidade fazem a alegria dos que não dispensam passeios ecológicos. Do porto, os mais animados podem escapar para as ilhas do golfo Hakurai, como Rangitoto e Waiheke.

Como se não bastassem tantas atrações, Auckland tem um clima agradável e povo amistoso. Ou seja, motivo é o que não falta para aparecer por aquelas bandas, por isso, prepare-se para uma viagem agradável e cheia de aventura!

Quebec

quarta-feira, 25 de agosto de 2010 - 17:08
postado por Younger Intercâmbio

Conhecida por seus ares europeus, a cidade de Québec definitivamente não se parece com nenhum outro lugar do mundo, e muito menos com a paisagem de uma grande metrópole. Aqui, o tempo parece estar suspenso. Casas datadas de épocas ancestrais, igrejas, capelas históricas e pontes de pedra. A cidade de Québec é o testemunho histórico de batalhas travadas entre França e Inglaterra para conquista desse território.

Tenha certeza de que, ao visitá-la, você entrará numa espécie de túnel do tempo. Nela, é como se o cotidiano da cidade fosse o de preservar a história do lugar.

Québec é tida por locais e turistas como a capital do inverno, por possuir mais de quatro estações de esqui. É também conhecida por seu carnaval, onde de janeiro a fevereiro, pessoas do mundo todo se reúnem para brincar na neve e assistir a torneios de esculturas de gelo.

Dividida em Basse Ville (baixa cidade) e Haute Ville (cidade alta), o local possui um funicular ligando as duas extensões. Os moradores orgulham-se também de seu prestigioso castelo, o Château Frontenac. Na parte baixa é onde encontramos as ruas de paralelepípedos com uma série de cafés e creperias, além de butiques diferentes e galerias. Durante o inverno, enormes esculturas de gelo invadem as ruas. É também nessa região que se encontra a Cidadela, uma muralha de 4 km que circunda a área chamada de velha Québec.

A cidadela foi construída às margens do rio São Lourenço e é nesse local que se localiza o Porto Velho e a Praça Real, o marco zero da cidade. Na parte alta, está o castelo Frontenac. Ao seu lado, o terraço Dufferin e a vista da parte baixa da cidade.

“Québec Livre”

Em 1608, Samuel Champlain desceu as margens do rio São Lourenço. O local foi batizado de Kébec (Rio Estreito) e a região logo tornou-se a Nova França.

Com o tratado de Paris, o controle do “Canadá e suas dependências” ficou sob responsabilidade britânica. Resultado disso, uma imigração em massa de ingleses, irlandeses e escoceses. O ato Constitucional estabeleceu duas províncias: a de Ontário, de maioria inglesa, e o “Canadá baixo”, com sua maioria francesa.

Apesar de ser a capital da província de Québec, a cidade não é um polo industrial nem financeiro. Com o sopro de uma “Québec Livre”, insuflada pelo ex-governante Charles De Gaulle, Québec não é o território mais seguro do Canadá, porém é uma das cidades com mais alto padrão de vida do país.

Andar de carruagem, percorrer passagens secretas ou locais de batalhas decisivas para a história do Canadá, Québec é um sitio histórico em que moradores e locais orgulham se de ensinar ao turista sobre o lugar em que vivem. Aproveite, pois não há como recusar a hospitalidade de um quebequense.

Como bandeira oficial, flâmula com a flor-de-lis. Como animal oficial, a coruja da neve. E, sim, muita neve. Essa é a Québec.

Astro de Crocodilo Dundee

quarta-feira, 25 de agosto de 2010 - 17:08
postado por Younger Intercâmbio

SYDNEY – O ator Paul Hogan, conhecido principalmente por ter representado um caçador australiano nos filmes “Crocodilo Dundee”, foi impedido de sair da Austrália enquanto não pagar uma conta de milhões de dólares em impostos devidos, revelou seu advogado.

O advogado Andrew Robinson disse em comunicado que o Escritório de Tributação Australiano (ATO) emitiu contra Hogan, que vive nos Estados Unidos, um mandado proibindo sua saída do país. Hogan tinha retornado a Sydney na sexta-feira passada para o funeral da mãe, Florence, de 101 anos.

O mandado impede Hogan, de 70 anos, de deixar a Austrália enquanto suas supostas dívidas com o fisco não forem pagas ou não forem feitos arranjos para isso.

“Ele está estarrecido e muito desapontado pelo fato de o governo tratá-lo como alguém que corre o risco de fugir do país”, disse Robinson.

“Ele nega a dívida alegada pelo ATO e já registrou objeções que não tiveram resposta alguma do ATO. Ele vai continuar a defender sua posição através de todos os canais legais disponíveis e de outros.”

Hogan está sendo investigado como parte de um inquérito nacional por sonegação de impostos, envolvendo alegações de que ele teria depositado dezenas de milhões de dólares em royalties sobre seus filmes em paraísos fiscais situados fora da Austrália. O ator nega a acusação e diz que já pagou “muito imposto” na Austrália.

Consta que o escritório da Receita teria entregue a Hogan no mês passado uma conta atualizada de impostos devidos sobre 37,6 milhões de dólares de receita não declarada, após uma disputa que se arrastou por cinco anos.

Um porta-voz do ATO se negou a comentar o assunto.

“Como ele é um contribuinte pessoa física, não podemos comentar”, disse o porta-voz à Reuters.

Hogan, que no passado foi pintor e trabalhou na ponte do porto de Sydney, já negou repetidas não ter pago todos os impostos que deve.

Comediante popular na televisão australiana, ele chegou à fama internacional no papel de Mike “Crocodilo” Dundee no filme “Crocodilo Dundee,” de 1986, que acabou por tornar-se o filme de maior sucesso na história da Austrália e valeu a Hogan um Globo de Ouro de melhor ator.