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Conhecendo Vancouver

quarta-feira, 30 de março de 2011 - 18:03
postado por Younger Intercâmbio

Vancouver é a maior cidade do lado oeste canadense e concentra uma miscigenação incrível de povos, raças, culturas e línguas. Com atrações interessantes e cenário encantador, é destino certo para quem gosta de todo tipo de atividade: cultural, esportes, para negócios, imigração ou ecologia, por exemplo. A cidade é cheia de museus e galerias de artes, além de bons restaurantes e muita opção de lazer. Sua população é de 538.000 habitantes, mas ultrapassa os 2.1 milhões se juntarmos com os arredores. Apesar de grande, quem chega a Vancouver não se sente numa metrópole, pois a cidade é espalhada e o trânsito flui bem, além de muito bem organizada.

Situada na Província de Columbia Britânica, é tida como um dos melhores lugares do Canadá para se viver. A natureza é exuberante em toda a Província e a cidade soube incorporar e preservar o cenário natural. Rodeada de montanhas e parques, oferece muito espaço para os que gostam de curtir as atividades ao ar livre como esqui, raquete na neve e snowboarding entre outras no inverno. No verão as pessoas preferem a bicicleta, fazer trilhas, andar de patins ou simplesmente curtir o sol no parque, ler um bom livro ou admirar a beleza da cidade. As praias de Vancouver também são muito populares e recebem um bom número de interessados no verão.

Downtown:

Conhecer e explorar o centro da cidade é uma obrigação por parte do visitante. Por muitas vezes o turista poderá se sentir em Begin, China tão grande é a comunidade asiática. Certamente o centro de Vancouver pode ser explorado a pé, mas é também aconselhável a utilização do transporte público. Pegue o SkyTrain que é o mais longo e rápido sistema de transporte automatizado e opera em três direções. Dependendo do tempo da visita escolha a bicicleta para um passeio mais detalhado e sinta a vibração do centro. A bicicleta ainda pode te levar ao parque Stanley, que é um dos mais populares do Canadá.

Visita Obrigatória:

Vancouver Art Gallery – situada na 750 Hornby St., esta galeria de arte de 4 andares oferece várias exposições, pinturas, vídeos e, claro, peças de artes. Preço por pessoa: $19.50 (dólar canadense).

Capilano Suspension Bridge – aberto em 1889, é um programa para quem gosta de atividades radicais e ligadas a natureza. $28 por pessoa. Para mais informação entre no site: www.capbridge.com

Vancouver Aquarium – grande seleção de anfíbios, répteis e mamíferos marinhos. O parque oferece encontros próximos a golfinhos, tartarugas, lontras, leões marinhos e belugas. Os encontros são pagos a parte e a entrada custa $21 por pessoa. www.visitvanaqua.org

Grouse Mountain – esqui no inverno e trilhas no verão são as atrações deste lugar espetacular. Prepare a câmera para fotos no topo da montanha. Diversão e muita adrenalina são garantidas. www.grousemountain.com

Clima:

Vancouver é tida como uma cidade de clima oceânico. O verão, que vai de Julho à Setembro, é quente e seco. O inverno é moderado se compararmos a grande maioria das cidades do Canadá. Janeiro é o mês mais frio e a média fica na cada dos 2.5°C. O fato de a temperatura ficar quase sempre acima do zero faz com que a cidade tenha pouca neve durante o inverno. Em compensação, a chuva é praticamente constante e é motivo de irritação para a grande maioria dos moradores. Para se ter uma idéia Dezembro e Janeiro recebem mais de 200mm de chuva. Os brasileiros que moram em Vancouver a chamam de “Vanchuver”. Em inglês o nome acabou ficando “Raincouver”.

Balada:

Não só de natureza e chuva vive Vancouver. A noite é bastante viva e agitada dando aos habitantes e turistas muitas opções. Boates, casa de shows e restaurantes sofisticados fazem parte do roteiro. Um lugar muito popular e visitado é o Granville Entertainment District, no centro da cidade, onde se concentram vários bares e pubs. The Roxy e The Commodore operam como boates e também contam com música ao vivo. Umas das melhores opções para quem gosta de acompanhar esporte (Hockey principalmente) em grandes telas é o The Lamplighter que também tem uma boa variedade de bebidas e cockteis. Como não poderia deixar de ser, a noite de Vancouver também oferece bons programas e lugares para gays e lésbicas, como o Celebrities (1022 Davie St.) ou o Lick Club (455 Abbott St., no centro da cidade). Para quem gosta de sofisticação e um prato refinado o Pourhouse é um a ótima opção e fica na 162 Water St., em Gastown.

Custo de vida:

Vancouver teve um impressionante crescimento na última década devido, entre outros fatores, a economia e imigração. Considerada sempre entre uma das melhores cidades do mundo para se viver (quarta posição em 2010), possui um elevadíssimo custo de vida. Em 2007, segundo a Forbes, obteve o sexto lugar de maior crescimento no setor imobiliário em relação a preço. Foi, àquele ano, o segundo maior da América do Norte, depois de Los Angeles (EUA). Juntamente com Toronto, Vancouver foi citada como a cidade mais cara do Canadá.

Programas gratuitos:

Stanley Park – 400 acres de muito verde e uma boa estrutura para picnic, o parque é muito popular com média de 8 milhões de visitas por ano. O parque conta com teatro de música, lagos e vários pontos de observação.

Canada Place – situado no norte da cidade, o Canada Place reúne trilhas e um curto caminho que expõe artes que representam as mais importantes cidades do país, além das Províncias e Territórios. É também um bom lugar para ver o porto e seus navios, além de uma privilegiada vista da cidade.

Kitsliano Beach – também conhecida de Kits Beach, esta praia é agitada e muito popular. É um bom lugar para curtir um dia ensolarado, nadar e jogar vôlei de praia.

Aos que vão de visita levem uma capa de chuva no inverno. Roupas leves para verão. Mas independente da época do ano a máquina fotográfica é a única coisa que realmente não se pode esquecer.

 

E você que mora em Vancouver, qual o lugar que mais gosta e indicaria ao turista?

Fonte: Sair do Brasil

20 great things to do in Toronto

quarta-feira, 16 de março de 2011 - 17:03
postado por Younger Intercâmbio

1. Get sprayed at Niagara Falls

Niagara falls is a must on any visit to Toronto. It may be a 90-minute drive from Toronto, and an unashamed major tourist attraction, but watching 750,000 gallons of water a second slide of a cliff right in front of you is pretty impressive by any standards. Visitors can experience the falls from the top – the Table Rock site allows you to stand a mere metre away from the edge of Horseshoe Falls – and behind – the Journey Behind the Falls will have you donning a yellow mac and decending 38 metres (125 feet) through solid rock in a lift, to stand next to the curtain of water. For a real thrilll, book a flght over the falls with Niagra Helicopters (www.niagarahelicopters.com).

2. Survey the wide blue yonder

It may not be the highest tower in the world now Burj Dubai is scraping the desert skies, but Toronto’s concrete spike – the CN Tower – is the classic way to hit the heights. For a stunning view from a less lofty perch, but with drinks and atmosphere worth savouring, try the Roof Lounge at the Park Hyatt or the Panorama Restaurant and Lounge.

3. Avoid injury with shinny

Just about everyone can ice-skate in Canada, but don’t let that put you off having a few embarrassing tumbles at Toronto’s 50 or so outdoor rinks – the two most popular ones are at the Harbourfront Centre and Nathan Phillips Square. Ice hockey – particularly that played by the beloved Leafs (Toronto Maple Leafs) – is the city’s obsession and tickets for bruising games are almost always sold out. Mug up on your knowledge of the national game to impress the locals at the Hockey Hall of Fame, and if you want to give the sport a go, try joining in on a game of ‘shinny’ (the informal ‘be nice’ version of the game) at any public rink. All you need is a stick and some skates.

4. Climb some wondrous stairs

Celebrity architects have been busy in Toronto. First Daniel Libeskind designs the Michael Lee-Chin Crystal for the Royal Ontario Museum, incorporating a stunning Stair of Wonders, with its cabinet of curiosities, linking the historic wings. Then Frank Gehry gets cracking with the Art Gallery of Ontario, where his dramatically curving sculptural staircase that rises through a glass ceiling from the second to fifth floors is the toast of the town.

5. Get undressed on the islands

The Toronto Islands are fantastic walking and cycling territory, where getting back to nature can mean training your binoculars on the feathered residents of a seabird sanctuary, or disrobing on the nudist beach. However you choose to enjoy these breezy beauty spots, leave plenty of time to enjoy all their treasures.

6. See the shamrock behind the maple leaf

Toronto’s significant Irish roots are evident all over town, but perhaps most movingly in Ireland Park, where Rowan Gillespie’s sculptures commemorate the arrival of refugees from Ireland’s great famine, in the same style as those haunting Custom House Quay in Dublin. The area that most prettily recalls the influx of Irish farmers and growers in the 19th century is Cabbagetown – so called because the immigrants here filled their gardens with brassicas. Once a slum, Cabbagetown is now a desirable neighbourhood, and the organic vegetable of the Don Valley Brick Works Park, together with the vegetable stalls of the farmers markets at the quaint city farmyard of Riverdale Farm make the area more redolent of feast than famine.

7. Unsheathe the credit card

This is a shopping city, and it’s the heavyweights that attract the numbers. Holt Renfrew, in exclusive shopping district Yorkville, is Toronto’s show-off department store, a glittering temple of la-di-da attire, where visiting celebs have their own private shopping suites. One of the city’s top tourist destinations, however, is not made of such swanky stuff. Toronto Eaton Centre has hundreds of shops full of bargain-hungry Americans spending their bucks. The rather more scrubbed up Yorkdale – the first mall in North America – has a humbler Holt Renfrew inside.

8. Eat your way around the world

Welcome to one of the world’s most diverse cities – 49% of Toronto’s population was born outside Canada – so the presence of a Chinatown, a Greektown, a Little Italy and various settled communities hailing from Portugal, Poland and Jamaica come as no surprise. Whatever your cosmopolitan palate craves, you can eat in this town. We recommend dim sum from Lai Wah Heen, sushi from Hiro Sushi, ice-cream from La Paloma Gelateria and souvlaki, tzatzíki and dolmades from the dreamily Aegean Ouzeri.

9. Behold delusions of grandeur

Back in the 19th century the wealthy chose to remain aloof from the great unwashed by creating pleasure domes high on the hill of Casa Loma. One such moneybags was financier James Austin, whose lavish manse – Spadina Historic House & Gardens – gives a fascinating insight into high society life. More sublimely ridiculous is the ostentatious folly Casa Loma, designed by grandiloquent architect EJ Lennox for magnate Sir Henry Pellat. Further Lennox lavishness can be experienced in Le Meridien King Edward hotel, whose guests go around with a crick in their neck from gawping at the soaring marble splendour all around.

10. Applaud a dramatic theatre venue

Toronto’s self-styled ‘North Broadway’ billing might be overstating the point, but in terms of venue numbers, the city has an impressive theatre scene. As memorable for their architecture as for what happens on stage, the two most show-stopping venues are Elgin & Winter Garden Theatre, North America’s only double-decker theatre complex and Young Centre for the Performing Arts – three stages in 19th-century tank houses in the Distillery District.

11. Perfect your drive at the drive-in

The driving range at the Polson Pier entertainment complex is one of a number of golfing attractions but it has another life after dark – as North America’s largest drive-in movie screen.

12. Think on your feet

Comedy is second only to hockey as Canada’s most important cultural export. Toronto is heaving with comedy venues and even has its own comedy college (Humber School of Comedy/www.humber.ca). The oldest and most famous venue for belly laughs is Second City but Bad Dog Theatre Company, a full-time improvisational venue was the breeding ground for talents like Mike Myers and Colin Mochrie. If you fancy yourself as a bit of joker sign up to one of the weekly drop-in improv classes.

13. Have a brew

Beer lovers needn’t bother with imports if they’re trying to avoid the bland and mass produced. Microbreweries are going strong in Toronto. One of the best is Granite Brewery, whose bitters, ales and stouts are available only on the premises. You can drink in some history with your pint at Steam Whistle Brewery, where, within a vintage Canadian setting, you can join a tour to learn about combining hops and malt to create the perfect refreshment. Your reward is to sample the beers.

For a stimulating brew up – or hangover cure – follow your nose to the Balzac Coffee Roastery, a retro coffee house where beans are roasted on the premises. The cup that cheers is the business of the Red Tea Box, a scented boîte in an old coach houses where the list of teas is exquisite.

14. Join Toronto’s free wheelers

This city is made for cyclists. Generally speaking you can cross the entire city by bike unscathed, using bike lanes and enjoying the flat route east-west along the spectacular lakeshore. Hiring bikes is easy too, thanks to Centre Island Bike Rental (Centre Island Pier, 416 203 0009) and Wheel Excitement (www.wheelexcitement.ca).

See all sport, health & fitness venues in Toronto

15. Party

Get glammed up (and be prepared to queue) for one of the most concentrated party scenes in the world. We’re talking the Entertainment District, which draws upwards of 30,000 clubbers on any given Saturday night. If you’re a Bright Young Thing, the best place to get a taste of the whole giddy experience is Republik, with its dazzling lights and sparkling waterfall. Slightly more mature revelers are happier in Schmooze. Decadent narcissists are in heaven among the wading pools and waterfalls of champagne-soaked C Lounge.

16. Scrub up

The Ontario countryside is bristling with destination spas, which combine gracious grounds, stunning views, clean air and hydrotherapy, but the city of Toronto boasts some splendid spas of its own. The swankiest, with lovely sunny terraces, is the Windsor Arms Spa. Simpler, but guaranteed to leave you cleaner than you ever thought possible, the Hammam Spa has a steam room to loosen up in before being pummelled into submission.

17. Meat the locals

Carnivore? You’re in the right city. The best cuts of locally reared animals are on the menu of a variety of showpiece restaurants. The most celebrated one is the Canoe Restaurant & Bar, where prime cuts of Canadiana from beasts such as Nunavut caribou, rare breed porkers from Manitoba and cattle from Alberta are at the heart of chef Anthony Walsh’s acclaimed cooking. Who cares about assessing your meat’s provenance, however, when it’s burgers your soul craves? Toronto folk let their rumbling stomachs lead them through the city that was once known as Hogtown in search of ground beef patties – not pork. The finest beef / bun combo is an excessive signature dish at Bymark, and they’re pricey but delicious at Czehoski, too. A more modest, classic burger is the business at Allen’s. Vegetarians, however, need not weep into their tofu – Fresh by Juice for Life have created a blameless, miso pattie that fills a gap.

18. Listen up

Opera is hot in Toronto, home of the acclaimed Canadian Opera Company (www.coc.ca), whose performances sell out all season long. The city aspires to have a technically brilliant venue to house such talent, but Four Seasons Centre for the Performing Arts disappointed Torontans looking for something to equal La Scala or the Sydney Opera House. More architecturally exciting is the new TELUS Centre for Performance and Learning at the Royal Conservatory of Music (www.rcmusic.ca), with its acoustically perfect concert halls and educational resources. Classical purists, however, still prefer an evening in the Glenn Gould Studio, the historic Massey Hall or the mellow Trinity-St Paul’s Centre, main stage for the fabulous Tafelmusik Baroque Orchestra & Chamber Choir and favoured by such contemporary artists as Rufus Wainwright.

19. Take to the water

The city’s greatest natural asset is the Waterfront, and it continues to be a work in progress. So the best way to enjoy simple lakefront pleasures is to amble towards attractions such as the Harbourfront Centre, a cultural destination next to Queens Quay, with its outdoor performance spaces. If you’re accompanied by children, keep going west for Ontario Place, where the rides and attractions will involve getting at least a little wet. It may not have all the bells and whistles of Canada’s Wonderland, but it’s much more easy to reach and in the heart of the city.

20. Be a Victorian villager

Stroll back in time in the Distillery District, North America’s largest and best preserved collection of Victorian industrial architecture. It’s an atmospheric part of town, and new life is being breathed into it all the time – most compellingly via the Young Centre for the Performing Arts, home to Soulpepper Theatre Company. Keep your strength up on your 19th century tour by calling in at epicurean temples Brickstreet Bakery (peerless pies and pastries) and SOMA (cheering chocolate).

Fonte: TimeOut

Canadá vai abrir mais de 300 mil vagas nos próximos 07 anos

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 - 22:02
postado por Younger Intercâmbio

O Canadá está procurando pessoas qualificadas para trabalhar!

A afiliada da Rede Globo, RBS TV levou ao “ar” no dia 19/10/2010 uma notícia que reforça os brasileiros que estão procurando cada vez mais o país.

Segundo a reportagem, que entrevistou o Assessor do escritório de imigração de Quebec, o Canadá deve abrir mais de 300.000 (trezentas mil) vagas de emprego nos próximos 7 (sete) anos. Isso devido ao fato de muitos trabalhadores estarem perto de se aposentar e ao aquecimento da economia.

Veja o vídeo da entrevista:

Há oportunidades tanto no setor público, como no setor privado. No Canadá já são mais de 10.000 (dez mil) Brasileiros trabalhando de forma legalizada.

Vale a pena dar uma olhada na matéria, e conte com a Younger para sua viagem.

Fonte: Canadá Brasileiro

Empresa canadense usa cocô de elefante para produzir papel

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 - 19:02
postado por Younger Intercâmbio

A empresa canadense The Great Elephant Poo Poo Paper, ou somente, Poopoopaper inovou totalmente a noção de matéria-prima usada para a fabricação do papel. Eles descobriram uma maneira de reutilizar as fezes dos elefantes e as fibras contidas nela para substituir a celulose.

Ao contrário do que se imaginaria, o resultado final é um produto de qualidade e o mais importante, inodoro. A eficiência do papel de cocô de elefante é tão grande que possibilitou à empresa diversificar seus produtos, que no site institucional são caracterizados como: inspiradores, inovadores e sustentáveis.

A companhia garante que seu principal objetivo é conseguir vender os seus produtos completando um ciclo verdadeiramente criativo e sustentável. Para isso, a matéria-prima dá nova utilidade a algo aparentemente inútil, são proporcionadas novas oportunidades de emprego e boa parte do lucro obtido é direcionada a programas de conservação dos elefantes.

Para conseguir o cocô usado na fabricação do papel a empresa conta com parcerias com diversos parques que recolhem os resíduos cheios de material fibroso. O esterco é processado e transformado em folhas de papel, que originam cadernos, blocos de anotação e muitos outros itens artesanais. Um elefante adulto médio chega a defecar mais de cem quilogramas de estrume por dia, portanto, matéria-prima não é problema para a produção do papel.

A Poopoopaper foi fundada em 2002 e inicialmente os produtos eram vendidos em pequenas lojas preocupadas com o meio ambiente. Por serem totalmente artesanais os itens eram caros, sendo acessíveis a uma pequena parte da população. No entanto, a marca sempre esteve preocupada com a redução dos custos no processo de fabricação para que eles chegassem ao consumidor final mais barato. Enfim, o resultado atual é a concretização desse esforço e uma considerável popularização do material. Assim, os canadenses conseguiram expandir o comércio também para os Estados Unidos, Austrália, Japão e Europa.

No site da empresa (www.poopoopaper.com é possível ter detalhes de todos os produtos e ainda obter as mais diversas informações e curiosidades a respeito dos elefantes. Além, é claro, de contribuir para a preservação desse animal gigante.

Fonte: Ciclo Vivo

Melhor cidade para se morar no Canadá

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 - 17:02
postado por Younger Intercâmbio

O Canadá e considerado um dos melhores lugares do mundo para se viver. País organizado, economia forte e estável, povo educado e de natureza exuberante, o Canadá recebe milhares de imigrantes todos os anos vindos das diferentes partes do globo. A miscigenação de culturas faz do Canadá um país verdadeiramente cosmopolita, onde povos e culturas se misturam e exercem uma importante parte no desenvolvimento e crescimento do país.

A decisão de mudar de país e imigrar, começar do zero, é muito importante. Deixar a família, cultura, emprego, amigos e tudo que conquistou são difíceis para qualquer um. Os motivos são vários: melhores oportunidades de trabalho, o começo de uma vida nova e fuga da violência, além da busca de qualidade de vida são alguns deles.

Muitos que escolhem o Canadá como novo pais se deparam com uma nova decisão. Para onde ir? Qual cidade? Onde morar? O Canadá é imenso e cada região, província e cidade tem suas particularidades. A escolha deve ser baseada no estilo de vida de cada um, domínio do inglês e/ou francês e área de trabalho.

Recentemente Ottawa-Gatineau foi considerada a melhor cidade para se morar pela respeitada revista “MoneySence”. Ottawa está localizada na Província de Ontário, enquanto Gatineau fica na Província de Quebec. Por causa da proximidade, Ottawa-Gatineau foram consideradas como uma única cidade. A pesquisa considerou o crescimento populacional, número de homicídios, renda familiar, porcentagem de desemprego, entre outros. De fato, Ottawa-Gatineau oferece um excelente padrão de vida para seus cidadãos. Organizada e muito arborizada, a cidade é a quarta escolha dos imigrantes depois de Toronto, Vancouver e Montreal.

Fonte: http://rankings.canadianbusiness.com/bestplacestolive/list.asp?pageID=list

Ottawa-Gatineau fica no sudeste do Canadá e está, geograficamente, numa posição estratégica: 400 km de Toronto, 200 km de Montreal e 500 km de Quebec City. A fronteira com o Estado de New York, nos Estados Unidos, está a 250 km e é destino freqüente dos habitantes da região que buscam opções de compras ou simplesmente passeios diferentes. A cidade de New York está a 8 horas de carro ou 10 horas de ônibus.

Sede do Governo Federal, a cidade de Ottawa-Gatineau é dividida somente pelo rio Ottawa e é considerada a cidade mais bilíngüe do mundo. Todos os serviços do Governo Federal, além das empresas privadas, institutos e organizações, são encontrados nas duas línguas oficiais do país. Por esta característica, o imigrante deve estar preparado para dominar muito bem as duas línguas. Há pessoas que vivem com o domínio somente do inglês ou do francês, porém as melhores oportunidades estão para aqueles que dominam bem as duas.

O mercado de trabalho em Ottawa-Gatineau é bem diversificado, o que explica o baixo nível de desemprego, 5.8%. Por ser a capital do país, o Governo Federal é o maior empregador da cidade. Muitas empresas, firmas e organizações dependem direta e indiretamente de contratos com o governo. O setor de tecnologia também concentra uma boa parte da empregabilidade na cidade assim como a área de telecomunicação. O fato de ser a capital federal faz com que haja na região muitas ONGs, associações e institutos, além de órgãos internacionais. O setor econômico e financeiro também é forte na cidade oferecendo a população oportunidades em bancos e seguradoras. Outro setor que cresce muito é a construção civil e a saúde.

Para o recém-chegado, Ottawa-Gatineau já oferece um vasto serviço de suporte. A região conta com inúmeros organismos não-governamentais, casas de apoio e escolas apropriadas para o aprendizado das línguas. Centros comunitários e serviços legais também podem ser encontrados. A região oferece ainda o que o imigrante mais procura: auxílio na procura do primeiro emprego. Existem vários programas voltados ao mercado de trabalho, institutos especializados em currículos e empresas que oferecem palestras e consultoria gratuitas.

Aos que procuram qualidade de vida e oportunidades de trabalho, considerem Ottawa-Gatineau como seu futuro destino.