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Petrobras enters Australia via MEO JV

quarta-feira, 19 de outubro de 2011 - 13:10
postado por Younger Intercâmbio

BRAZILIAN national oil giant Petrobras will make its first Australian foray by paying up to $US80 million to take a 50 per cent stake in an exploration permit offshore Western Australia.

The deal, which could involve more milestone payments to the Brazilian’s partner MEO Australia

will give Petrobras a foothold in an Australian gas market that’s fast developing into a major global export player, thanks largely to sustained demand for energy from fast-growing Asian economies.

MEO has been searching for a partner to help it develop its acreage in the Carnarvon Basin, located on Australia’s gas-rich North West Shelf, for over a year and market watchers had suspected that Petrobras could be in the running.

Its Artemis prospect could contain up to 12 trillion cubic feet of gas, according to MEO. That would be more than enough to support a stand-alone liquefied natural gas export project, or provide a bountiful third party gas supply source to other LNG projects in the area.

Exploration success, however, isn’t guaranteed and MEO got disappointing results from its first exploration well there, Zeus-1, early in 2009.

Petrobras will buy 50 per cent of the permit WA-360-P by funding up to $US41m of the first well’s costs, paying MEO $US31.5m cash and covering about $US7.5m of MEO’s share of previous costs, adding up to $US80m in total.

In the event of a successful discovery, Petrobras will pay for two follow-up wells to a cap of $US62m and another $US31.5m cash to MEO in January 2011, MEO said in a statement.

MEO will remain operator until completion of the first well, Artemis-1, and then Petrobras has the option to assume operatorship.

An option has been secured over a drilling rig to drill the first well in late 2010, MEO said.

Petrobras’ investment had been held up after a minority holder in the exploration permit,Cue Energy Resources requested changes to some of the deal’s provisions.

MEO said today that Petrobras taking 50 per cent of the permit will reduce its holding to 20 per cent. Cue and Moby Oil & Gas will retain their 15 per cent holdings, MEO said.

Alta do IOF: Fuja disso e compre moeda ou cartão de débito conosco!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011 - 19:04
postado por Younger Intercâmbio

Alta do IOF faz compra com cartão de crédito no exterior ficar mais cara

Pela nova regra, que começa a valer em 27/04/2011, o cartão de crédito é a opção mais cara para efetuar compras fora do país. Especialista explica como buscar outras formas de pagamento e reduzir gastos.

Sejam feitas no exterior ou em sites da internet, as compras internacionais vão pesar mais no cartão de crédito. Na sexta-feira, o governo aumentou o IOF para 6,38%. A medida passa a valer nas faturas em 30 dias.

Com o real forte, os brasileiros estão viajando mais e voltando para casa com as malas cheias de produtos importados. Só no ano passado, foram gastos 16 bilhões de dólares com compras lá fora. Segundo os economistas, os gastos vão continuar crescendo apesar da alta do IOF.

“Com isso o governo arrecada uma receita adicional e vai permitir compensar um pouco a perda que ele esta tendo em outras modalidades”, fala o economista da LCA Consultores, Celso Toledo.

O cartão de crédito é forma mais comum de fazer compras fora do país, mas não é a única.

“O consumidor, o que ele verifica, é o preço final do produto que ele está pagando em reais comparando com o dólar, ele não faz a conta do IOF”, explica o professor de finanças da FIA, José Carlos Luxo.

Lembrando que o IOF só aumentou para compras no cartão de crédito.

Pela nova regra, o cartão de crédito é a opção mais cara. Um gasto de mil dólares com o câmbio médio de hoje, R$ 1,69, sairia por R$ 1.797,00 com o novo IOF.

Quem faz as despesas de viagem em papel moeda comprado no Brasil, paga o câmbio turismo, mais caro, hoje a R$ 1,77. Gasto em reais: R$ 1.776,00.

O turista também pode sacar dinheiro em caixas eletrônicos no exterior com o cartão do banco. Neste caso, paga IOF e câmbio mais baixos, de R$ 1,69, mas tem a tarifa: em média, R$ 10 por saque. Total: R$ 1.706,00.

Mas o que pesa menos no bolso é usar o cartão na modalidade débito em conta. Sem tarifa e com IOF, de 0,38, a compra fica abaixo de R$ 1.700,00.

“Portanto, cartão de débito internacional seria mais vantajoso para quem esteja viajando para exterior”, orienta Luxo.

A boa notícia é que realmente não há nenhuma elevação de alíquota para compra de moeda. Quem comprar dólar (ou euro, ou livra) cash, fizer saque direto da conta em caixa automático no exterior, usar traveler cheques ou cartões de débito internacional pré-carregados (Visa Travel Money) vai continuar pagando apenas o IOF de 0,38%.

Outra informação a ser comemorada é que só pagarão o novo IOF as operações liquidadas a partir do 30º dia da promulgação da lei. Entendo que isso vale para faturas de cartão de crédito fechadas a partir de 27 de abril.

Resta agora monitorar duas cotações:

1) A cotação do dólar-turismo (que vale para compra de dólar cash, traveler cheque e cartões de débito pré-carregados tipo VTM), que deve subir;

2) A cotação do dólar do seu cartão de crédito (se for próxima ao dólar comercial, pode continuar valendo a pena).

DECRETO Nº – 7.454, DE 25 DE MARÇO DE 2011

Altera o Decreto no 6.306, de 14 de dezembro de 2007, que regulamenta o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários – IOF.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem os arts. 84, inciso IV, e 153, § 1º, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 5.143, de 20 de outubro de 1966, no Decreto-Lei no 1.783, de 18 de abril de 1980, e na Lei no

8.894, de 21 de junho de 1994, D E C R E T A :

Art. 1º O art. 15-A do Decreto no 6.306, de 14 de dezembro de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 15-A. ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

XX – nas operações de câmbio destinadas ao cumprimento de obrigações de administradoras de cartão de crédito ou de bancos comerciais ou múltiplos na qualidade de emissores de cartão de crédito decorrentes de aquisição de bens e serviços do exterior

efetuada por seus usuários, observado o disposto no inciso XXI: seis inteiros e trinta e oito centésimos por cento; e ……………………………………………………………………………………..”(NR)

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação (28/03/2011), produzindo efeitos nas operações de câmbio liquidadas após o 30º (trigésimo) dia subsequente à data da publicação.

Brasília, 25 de março de 2011; 190º da Independência e 123º da República.

DILMA ROUSSEFF

Guido Mantega

http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=3&data=28/03/2011

26 de março: Earth Hour

quinta-feira, 24 de março de 2011 - 17:03
postado por Younger Intercâmbio

At 8.30pm on Saturday 26 March, one billion people will have their lights punched out.

This large-scale lights-out is Earth Hour, a Sydney initiative started in 2007 and today, a global phenomenon involving 4,000 cities. “We had this idea that turning the lights off would cause people to turn on their minds to issues of sustainability and climate change,” says Earth Hour’s creator Greg Bourne, CEO of WWF Australia.

Ten years since Sydney’s millennial fireworks sparked the idea, Bourne’s baby does much more than that – for many more people. “Global connectivity is really key in our thinking. If the lights going out in Sydney can be replicated around the world, catalysing important discussions and involving children, Earth Hour will make a difference.”

Here are Time Out’s tips on how to get involved…

Around Town

Earth Hour is now the world’s biggest environmental campaign, with the Sydney Opera House, Golden Gate Bridge in San Francisco, Times Square in New York and Rome’s Colosseum all extinguishing their lights in support. “Switching off your lights is a great first step, but your true environmental impact is much bigger than just your energy bill,” says Bourne. “We want to make Earth Hour every hour.”

Green

“Each individual’s environmental impact – or environmental footprint – is made up of things such as the food you eat, the transport and housing you choose, and the goods and services you buy,” says Bourne. “This year we’re encouraging people to use our footprint calculator to see just how sustainable their lifestyle is.”

Restaurants

Billy Kwong in Sydney is a carbon neutral restaurant and Cento in Melbourne sources all its food within 100km. Bourne recommends home chefs buy in-season produce that doesn’t need to be transported around the world “or take a leaf out of your grandmother’s book and use a hot post-roast oven to warm a dessert.”

Time In

“Doing small things around the house can make a big difference. Change to rechargeable batteries, or recycle normal batteries for the zinc. Turn things off rather than on standby.”

Travel

“Double the efficiency of your car,” says Bourne. “Put another person in it!”

Príncipe William visita Nova Zelândia após terremoto

segunda-feira, 21 de março de 2011 - 16:03
postado por Younger Intercâmbio

Em vez de presente de casamento, ele e a noiva pedem doações às vítimas.

O príncipe William iniciou, nesta quinta-feira, uma visita de dois dias à zona devastada por um terremoto na Nova Zelândia em fevereiro passado, deixando ao menos 180 mortos. William não levou a noiva, Kate Middleton, porque se trata de uma viagem oficial em que representa a avó. A rainha Elizabeth II é a chefe de Estado da Austrália e da Nova Zelândia, ex-colônias que se tornaram independentes da Grã-Bretanha em 1901 e 1907, respectivamente.

A visita do príncipe ocorre um dia depois de o futuro casal real anunciar que não quer presentes dos convidados para a festa de casamento. Em vez disso, eles pedem doações a 26 instituições de caridade, entre elas uma organização neozelandesa criada para ajudar as vítimas do terremoto em Christchurch.

O primeiro-ministro neozelandês, John Key, disse que este gesto demonstra “o respeito e o carinho” do casal com seu país. O príncipe também deve visitar Greymouth, no litoral oeste da Ilha do Sul, onde se reunirá com familiares dos 29 mineiros mortos na explosão em uma jazida de carvão em 19 de novembro. No sábado, ele se deslocará para a Austrália para visitar os desabrigados pelos ciclones e as inundações nos estados de Queensland e Victoria, no leste do país.

Zoológico vertical em Buenos Aires serve como base para aves migratórias

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 - 19:02
postado por Younger Intercâmbio

Os arquitetos Hila Davidpu, Tal Gazit, Eli Gotman e Hofi Harari divulgaram recentemente a criação do “ECO-Cliff”, proposta desenvolvida para a competição de “Zoológico Vertical de Buenos Aires”. O “ECO-Cliff”, que em tradução livre seria um penhasco ecológico, é uma torre revolucionária que irá servir como uma base para a nidificação de milhares de aves migratórias e também como um habitat ecológico para os diferentes animais e espécies da “Reserva Costanera Sur”. A estrutura deve funcionar como um zoológico tradicional.

A Reserva Costanera Sur de Buenos Aires, está localizado no bairro de Puerto Madero e é visitada por centenas de turistas que passam pela cidade. Esta gigantesca área natural oferece uma interessante variedade de flora e fauna contra o leito do Rio de La Plata.

Com a forma de um penhasco é basicamente um esqueleto rígido coberto por redes e cabos de aço de diversas densidades que cobrem diferentes funções enquanto mantém, à distância, a imagem da torre como um penhasco orgânico.

Este emaranhado permite a abundante entrada de luz solar e ar fresco, assim como a água da chuva, em áreas preferenciais. Juntamente com um sistema de vegetação enraizada no sistema de rede, assim essa estrutura cria um pequeno ecossistema nos limites do edifício.

A entrada dos visitantes na torre ocorre através de um sistema de teleférico. O controle é feito dessa maneira para minimizar os danos à reserva causados por veículos motorizados e reduzir a emissão de gases de efeito estufa na cidade. A entrada principal se conecta a um sistema de transporte público.

Como uma de suas principais funções, a “Eco-Cliff” vai acomodar uma variedade de aves migratórias que passam para a Reserva Costanera Sur acada ano. As áreas de nidificação das aves migratórias poderão acompanhar os visitantes humanos ao longo de sua trajetória ascendente em todos os variados elementos da torre, incluindo os espaços de outros animais e as plataformas de observação.

A torre terá sistemas de energia solar por células fotovoltaicas, instalações de tratamento de água e reciclagem, que em conjunto, fazem deste jardim zoológico vertical praticamente auto-suficiente.

O ponto de vista educacional da “Eco-Cliff” criaria uma experiência inesquecível para educar o visitante a bordo, bem como um marco espetacular para a Reserva Costanera Sur e para a cidade de Buenos Aires.

Fonte: CicloVivo